Blairo Maggi, governador de Mato Grosso, foi aos Estados Unidos fazer propaganda de seus compromissos ambientais no Encontro Mundial da Soja. Destacou em seu discurso o “trabalho de proteção da floresta feita pelos produtores rurais de Mato Grosso com a reserva legal de 80% da sua propriedade no caso do bioma Amazônia”, segundo reproduziu sua assessoria. E pediu recompensas internacionais por esse esforço todo. Difícil é achar o produtor rural que tenha 80% de área florestada no estado. Hoje, dos 141 municípios, apenas um conseguiu até agora fazer um diagnóstico de seus passivos ambientais, e descobriu que tem mais a recuperar do que a comemorar. Mas Maggi foi além, e apresentou números que só ele conhece. Disse que se encontram preservados 64% do Mato Grosso. Que 19,05 milhões de hectares são unidades de conservação e terras indígenas, e outros 38,77 milhões de hectares são preservados pelos produtores rurais.
Leia também
Borboletas e formigas: um ensaio sobre jardins e ciclos
A vida em comunidade envolve relações de cuidado, mas também conflitos, riscos e ambiguidades. A cooperação é fundamental, mas não significa harmonia perfeita. E, essa lógica não é exclusiva para o mundo dos insetos →
A esperada queda da SELIC e o maior ativo do século XXI
Nos territórios, onde as veias seguem abertas e pulsam o sangue e a alma das cidades e de seus habitantes, milhares de pessoas sofrem os efeitos das decisões sobre investimentos →
Funbio lança chamada para expansão de unidades de conservação municipais
Entidade convida instituições a apresentarem projetos para Unidades de Conservação (UCs) nos biomas Caatinga, Pampa e Pantanal; inscrições vão até 30 de março →



