En el recorrido hasta esta imponente caída de agua es imposible advertir la fuerte intervención que se hace en el lecho del río para el nuevo proyecto hidroeléctirco que se está imponiendo en este paisaje.
Comprender al proyecto Coca Coda Sinclair, se convierte en una interrogante cuando no se permite el acceso a sus plantas ni la conversación con sus técnicos. Los puentes en construcción, el material removido, los camiones y excavadoras en el río, otras máquinas y explosivos para abrir el paso al túnel de trasvase ponen en evidencia que las necesidades energéticas del país y la prioridad que le damos están teniendo un impacto real en el entorno.
Solo queda esperar que los daños ambientales necesarios (porque el Estado ha considerado que la obtención de energía es prioritaria para desarrollar la industria y economía nacional) sean reparables y puedan revertirse en un corto tiempo. También habrá que decir que antes de que el trasvase reduzca el caudal de la cascada, será un deleite admirar el salto de agua más grande del Ecuador.
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