![]() |
Nesta segunda-feira, entrou no ar um portal com informações completas e atualizadas sobre a situação dos ecossistemas marinhos ao redor do planeta. Construído pelas equipes do Centro Mundial de Monitoramento de Conservação das Nações Unidas (UNEP-WCMC) com a União Internacional pela Conservação da Natureza (IUCN), a ferramenta é um novo braço do banco de dados sobre áreas protegidas. “Menos de um por cento dos ambientes marinhos estão protegidos. Esperamos que este banco de dados ajude as nações a consertarem este desequilíbrio”, considera Achim Steiner, diretor executivo do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas. De acordo com o portal, as 67 unidades de conservação marinhas brasileiras protegem 16.5% do nosso mar territorial. Acesse em: www.wdpa-marine.org.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Sem passar a boiada: rebanhos europeus viraram bombeiros de verdade
Enquanto políticos daqui vendiam gado como solução para incêndios, o velho continente mostrava que o bom pastoreio pode controlar o fogo →
Quando é melhor matar do que ferir: a contradição do novo decreto ambiental
O novo decreto aumentou de forma importante as multas por maus-tratos, mas manteve de pé uma contradição difícil de defender: em certos casos, matar um animal silvestre segue saindo mais barato do que ferir um cachorro →
Deputado Alceu Moreira quer derrubar criação do Parque Nacional do Albardão
Parlamentar entrou com um projeto para derrubar decreto de criação da área protegida. SOS Oceano aponta inconstitucionalidade da proposta: “viola frontalmente o art. 225”, defende →



