A Royal Society, a nata das cabeças pensantes do Reino Unido, afirma que a pesquisa com transgênicos deve ser acelerada para enfrentar os desafios de alimentar um mundo com mais pessoas e um clima em mutação. Formas mais eficientes de plantio, como sistemas de irrigação com menor desperdício, também devem ser promovidas.
Os especislistas de lá esquecem de toda a sujeira movimentada pela indústrias da transgenia para enfiar sua tecnologia goela abaixo do planeta. Esquecem da concentração de mercado, vendas casadas, degradação de sementes nativas, uso abusivo de venenos e do fato inegável de que alimentos não faltam, faltam distribuição e eliminação de monoculturas e latifúndios. No Brasil, quem põe comida na mesa é a pequena produção, não é?
Outra armadilha transgênica ganhou carona em proposta do deputado Cândido Vaccarezza (SP), líder do PT na Câmara. Seu projeto de lei 5575/2009 altera a Lei de Biossegurança para vetar o uso de sementes guardadas por agricultores de uma safra a outra. Mais ao gosto da indústria, impossível.
Leia também
70 projetos nocivos ao meio ambiente tramitam atualmente no Congresso
Organizações da sociedade civil mapeiam projetos do chamado “Pacote da Destruição”. Retrocessos ambientais tendem a avançar de forma acelerada em 2026 →
O alto-mar não é mais terra de ninguém
Acordo global para proteção do oceano entra em vigor; desafio agora é a implementação e ela precisa ser baseada em evidência científica →
Pantanal registra redução de 65% no desmatamento em 2025, indica INPE
Instituto também divulgou dados consolidados do desmatamento na Amazônia e confirmou menor valor em onze anos; variação entre a taxa estimada e consolidada foi de apenas 1% →





