
Por isso e a pedido do governo haitiano, um grupo de proteção animal chegou aquele país caribenho nos últimos dias para ajudar outros atingidos pelo terremoto.
“Até agora, os planos estavam focados em impedir o desflorestamento e em proteger as reservas de água. Nós não tínhamos considerado incluir os animais nos planos de trabalho até então, mas temos que considerar que será bom fazer essa inclusão. Também é importante discutirmos a necessidade de um programa de vacinação, a fim de evitar a propagação de doenças entre as populações”, disse o ministro do Meio Ambiente do Haiti, Jean Marie Claude Germain, conforme nota da WSPA.
Um programa de vacinação em massa e urgente dos animais deve ser posto em prática. Mas também será necessário um plano de longo prazo, com a criação e a melhoria da infraestrutura de cuidados veterinários e controle da população animal. “A condição desses animais antes do tremor de terra já não era boa, sendo assim, não basta apenas voltar à situação anterior. Precisamos fornecer alívio imediato para os animais, mas também desenvolver planos de longo prazo com duração satisfatória”, disse o diretor de Ajuda Emergencial do Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal, Ian Robinson.
Leia também
Justiça arbitra disputa sobre EIA/Rima de aeródromo no Porto do Açu
Inea sustenta que estudo é indispensável para autorizar exploração comercial do heliporto da Aeropart, incluindo cobrança de tarifas →
Justiça climática, por uma transição inclusiva nos modelos de produção
A justiça climática, combinada à reparação histórica, garante que os grupos mais afetados tenham sua voz ouvida e acesso a recursos →
Super-ricos esgotam em dias sua cota anual de carbono, aponta relatório da Oxfam
Relatório expõe concentração extrema das emissões entre super-ricos, influência política sobre a agenda climática e impacto desproporcional sobre populações mais vulneráveis →




