Tentando driblar a insensibilidade ambiental dos governos e do Judiciário, manifestantes botaram novamente a boca no trombone contra a urbanização desenfreada no Distrito Federal. O último movimento de preocupados cidadãos (foto) com o sumiço de áreas verdes, a saturação dos sistemas para coleta e tratamento de esgotos e com o pequeno inferno que está se tornando o trânsito na capital federal foi contra a expansão do bairro Sudoeste. Segundo eles, a empreitada está a cargo da Antares Engenharia, que recebeu autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional para plantar mais 22 prédios com seis andares de apartamentos, além de outras seis edificações comerciais e uma institucional. Em junho, a Unesco revisará o tombamento como patrimônio da humanidade concedido ao Plano Piloto da capital, em 1990.
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A construção do caos
Capital sem filtro
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