
Até o dia 26 de julho, está em território nacional um dos maiores fotógrafos de cavernas do mundo, Kevin Downey. Neste momento ele segue rumo a cavernas em Minas e Goiás para fazer o que sabe melhor: registrar, em imagens, as belas paisagens subterrâneas . Após workshops em São Paulo e Minas, a intenção é reforçar a importância destes ambientes e apresentar experiências dos quatro cantos do mundo.
De acordo com Lêda Zogbi, uma das responsáveis pela vinda de Downey e co-fundadora do Instituto do Carste, no workshop em São Paulohouve poucos participantes. Um dos motivos principais para a falta de interesse foi o pré-requisito: todos deveriam ter um equipamento apropriado de fotografia em grutas, como máquina manual e flashes. No Parque Estadual do Sumidouro (MG), no entanto, o evento foi um sucesso e teve representantes de diferentes regiões do país. “É uma chance única de adquirir conhecimentos práticos em fotografia de cavernas, uma técnica que será extremamente necessária para a documentação das cavidades subterrâneas brasileiras nesta nova fase da legislação nacional”, explica.
Até o dia 26 de julho, está em território nacional um dos maiores fotógrafos de cavernas do mundo, Kevin Downey. Neste momento ele segue rumo a cavernas em Minas e Goiás para fazer o que sabe melhor: registrar, em imagens, as belas paisagens subterrâneas . Após workshops em São Paulo e Minas, a intenção é reforçar a importância destes ambientes e apresentar experiências dos quatro cantos do mundo.
Em agosto do último ano, o governo publicou Instrução Normativa para identificar os critérios necessários para julgar os níveis de relevância das cavernas brasileiras. É justamente esta classificação que decide pela proteção (ou não) do patrimônio espeleológico do país. Ela segue o decreto 6640 – responsável por, em 2008, reduzir consideravelmente a proteção das cavidades subterrâneas. Enquanto o Centro Nacional de Estudo, Proteção e Manejo das Cavernas (Cecav) define a aplicação da IN, a comunidade ambientalista se move para ressaltar as belezas cênicas e naturais que existem embaixo da terra. (Felipe Lobo)
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Mineração em alto mar mostra novos desafios na preservação da biodiversidade
Embora a lei traga segurança jurídica, o desafio técnico será minerar a quilômetros de profundidade sem destruir habitats inexplorados →
Lei que proíbe pesca em Mato Grosso não tem base científica, diz WWF-Brasil
Em nota técnica, ong afirma que estudos que sustentam criação da lei não demonstram que há sobrepesca e que principais impactos são barragens e expansão hidroviária →
Poluição por plásticos: esforços por um tratado global e o Brasil
É necessário que, ao desenvolver o seu Mapa do Caminho com vistas à redução da dependência de combustíveis fósseis, o Brasil inclua a redução da produção de plástico →
