Nesta quinta-feira (07), o Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, movimento que pretende restaurar 15 milhões de hectares do bioma até 2050 com o auxílio de empresas, governos, entidades sem fins lucrativos e universidade, completa dois anos. Até o momento, 170 organizações são signatárias do Pacto, que já possui 60 projetos em processo de restauração de 16 mil hectares. Entre os seus produtos, no início de 2011 foi lançada a atualização do Mapa de Áreas Prioritárias para Restauração Florestal, que incluiu mais três estados: Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe. Ao todo, 17.728.187 hectares são considerados essenciais para a restauração em 14 dos 17 estados da floresta.
Outro trabalho em andamento é o Protocolo de Monitoramento de Projetos de Restauração Florestal, fundamental para fortalecer a mobilização de recursos às iniciativas e avaliar a eficiência dos mesmos a partir de uma metodologia padrão. Além disso, em breve, o Pacto finaliza novas análises, como de áreas elegíveis para o mercado de carbono e terrenos com maior potencial de conectividade entre fragmentos florestais.
redação ((o))Eco
Confira aqui a página especial do movimento para os seus dois anos
Leia também
Decisão do STF sobre tributos na cadeia de reciclagem preocupa setor
ANAP afirma que incidência de PIS e Cofins pode elevar custos operacionais e pressionar atividades ligadas à coleta e comercialização de materiais recicláveis →
Desmatamento da Amazônia custa mais de US$ 1 bilhão por ano na conta de luz dos brasileiros
Perda de floresta reduziu chuvas, diminuiu a geração hidrelétrica e elevou os custos da eletricidade no país, diz estudo →
Chuvas extremas no Sudeste e a urgência de conservação da natureza
Investimentos em medidas de prevenção de desastres podem gerar economias de até 15 vezes superiores aos gastos destinados à recuperação após eventos climáticos extremos →




