Notícias

Reflexos da divisão

O Parque Nacional de Brasília, umas das unidades de conservação mais visitadas do país, está no meio de uma confusão burocrática. Desde o dia 4 de outubro ninguém mais paga ingresso para desfrutar de suas piscinas de água corrente ou caminhar em suas trilhas no Cerrado. A falta de entendimento entre o Ibama e o recém criado Instituto Chico Mendes faz com que a licitação para contratação da empresa de cobrança esteja totalmente empacada. A resolução do problema, com a assinatura de novo contrato, vai demorar pelo menos mais 45 dias. Como a média mensal mínima de visitação é de 30 mil pessoas e os ingressos eram de R$ 3,00, chega-se à bagatela de R$ 90 mil não arrecadados por mês.

Redação ((o))eco ·
29 de outubro de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Análises
10 de junho de 2026

Mutirão 2: o inimigo não é outro

Por um errante minuto, a qualidade da imaginação do cinema carioca me faz desejar que o setor climático aprenda a mobilizar a opinião pública com o marketing do setor de segurança

Análises
9 de junho de 2026

A corrida maluca do financiamento climático

Para cada dólar investido na natureza, outros 30 financiam sua destruição. No total, US$ 7,3 trilhões em fluxos financeiros dos setores público e privado têm impacto negativo direto na natureza

Salada Verde
9 de junho de 2026

Casal de ambientalistas de SC recebe prêmio por trabalho pela conservação da Mata Atlântica

1ª edição do Prêmio Miguel Milano de Conservação da Natureza reconhece o legado de Germano Woehl Jr. e Elza Nishimura Woehl, fundadores do Instituto Rã-Bugio, em Santa Catarina

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.