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Urgh!

“Mantenha os olhos abertos para vômito de baleia. Ele pode pagar a sua faculdade”, diziam os mais velhos ao jovem Larry Penny, morador da cidade costeira de East Hampton, Nova York, hoje com 71 anos. O conselho pode parecer estranho. E é. Só que tem fundamento: o ambergris, uma secreção produzida no intestino das baleias e por elas expelido, pode valer bom dinheiro para a indústria de perfume. Vez por outra, o vômito solidificado é encontrado em praias. Quando isso acontece, poucas pessoas no mundo sabem dizer ao certo se o asqueroso objeto é mesmo proveniente dos cetáceos ou se não passa de lixo marinho. Reportagem do jornal The New York Times procurou saber que história é essa.

Redação ((o))eco ·
18 de dezembro de 2006 · 20 anos atrás

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