A Royal Society, a nata das cabeças pensantes do Reino Unido, afirma que a pesquisa com transgênicos deve ser acelerada para enfrentar os desafios de alimentar um mundo com mais pessoas e um clima em mutação. Formas mais eficientes de plantio, como sistemas de irrigação com menor desperdício, também devem ser promovidas.
Os especislistas de lá esquecem de toda a sujeira movimentada pela indústrias da transgenia para enfiar sua tecnologia goela abaixo do planeta. Esquecem da concentração de mercado, vendas casadas, degradação de sementes nativas, uso abusivo de venenos e do fato inegável de que alimentos não faltam, faltam distribuição e eliminação de monoculturas e latifúndios. No Brasil, quem põe comida na mesa é a pequena produção, não é?
Outra armadilha transgênica ganhou carona em proposta do deputado Cândido Vaccarezza (SP), líder do PT na Câmara. Seu projeto de lei 5575/2009 altera a Lei de Biossegurança para vetar o uso de sementes guardadas por agricultores de uma safra a outra. Mais ao gosto da indústria, impossível.
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