De Heloisa Pereira
Aquarelista
produtora rural e ambientalista
Caros editores do o Eco! Prezado Marcos Sá Correia. Olá!
Em 2004, chamei a atenção de vocês sobre o alagamento e represamento dos últimos afluentes virgens do Alto Paraná.em Goiás.e logicamente, dos corredores reais e vivos de onça e transição de mata atlântica pantanal e cerrado…
Sei que a devastação é maior do que a atenção que a media pode dar.
Quem sabe vocês podem repassar esse email ao Laury Cullen e Fernando Lima .
Hoje, alem da destruição dos corredores pelas represas hidrelétricas, em escada, rio acima e, já em fase de construção; mais de cinqüenta usinas de álcool estão iniciando suas obras na região destruindo mata atlântica e cerradão em troca de reservas de cerradinho da região de Serranópolis. Bem é bom ir correndo logo ver o sudoeste de Goiás hoje, assim como era São Paulo antes do represamento do Paraná e das usinas de cana construídas há cinqüenta anos atrás.
Clique aqui para ler esta carta na íntegra.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
ONU reconhece iniciativa brasileira de restauração de 2 milhões de hectares do Cerrado
Iniciativa brasileira já mapeou mais de 27 mil hectares para restauração e pretende ampliar as ações para alcançar 2 milhões de hectares até 2030 →
Ar-condicionado já consome quase um terço da eletricidade global nos horários de pico
Calor em alta faz do aparelho um meio de adaptação e de sobrevivência, mas uso de termelétricas para atender demanda preocupa →
Passada a COP30, ritmo esfriou no programa de pecuária sustentável do Pará
O prazo inicial previa a identificação de todo o rebanho em trânsito até dezembro de 2025, mas, até agora, menos de 2% foi contemplado →
