De Alexandre L. Kirovsky
Achei o artigo lúcido em muitos sentidos. Porém, essa história de se criar um fundo para “proteger” as florestas tropicais… não cheira bem. Não há maturidade política ou mercadológica para se administrar isentamente tal fundo, se ele for criado.
Logo ele viraria argumento para uma série de intervenções dos países de economia central – mesmo sem depender do Banco Mundial, ainda mais com o antagonismo a Chavez, etc…De todo o modo, a colocação não isenta de responsabilidade o nosso povo e nem o nosso governo, que devem gerir sustentavelmente o seu espaço…O plano Marshall foi muito útil também àqueles que o conceberam…
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Conama aprova novas regras para uso do fogo
Resolução estabelece critérios mínimos para a emissão da Autorização por Adesão e Compromisso (AAC) para queima controlada no campo →
E se a FIFA comprasse a Amazônia?
Imagine se 10% do lucro colossal da Copa fosse destinado à compra e proteção permanente de florestas e outros ecossistemas tropicais ameaçados →
Copa do Mundo das Áreas Protegidas: Grupo E
Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador disputam vaga no futebol e na conservação ambiental. Nas áreas protegidas, as disputas ocorrem com o peso de disputas anteriores →


