João Guilherme Quental é professor de literatura no Rio de Janeiro e apaixonado por fotografia – especificamente, a fotografia de natureza.
Ele investe pesado nessa paixão, viajando a lugares exóticos e distantes, como o Delta do Okavango, as ilhas Falklands, a Namíbia e diversos parques nacionais no Brasil, em busca de imagens únicas. Para ele, viajar é uma maneira de sair de si mesmo e ver o mundo sem os filtros do cotidiano.
João começou cedo, fotografando aos 4 anos de idade com uma câmera Kapsa, tipo caixote, que tem até hoje. Há mais de 20 anos fotografa regularmente. E nos últimos 5 anos esse envolvimento ficou ainda mais intenso, com a popularização da fotografia digital.
Suas aulas fogem ao padrão clássico, pois ele junta o ensino da literatura e da produção de textos a uma prática que envolve também a linguagem fotográfica, com o objetivo de ampliar horizontes e buscar novas dimensões estéticas.
Ele também incentiva os alunos que têm acesso a câmeras digitais a produzir seus próprios fotologs, quebrando a rotina das dissertações feitas sob medida para o vestibular.
João Guilherme usa duas câmeras Nikon, uma D-70, digital, e uma F100, de filme, com lentes 400mm, 70-200mm, 105mm e 28-70mm.
Leia também
Brasil perdeu 1,4 bilhão de toneladas de carbono do solo por conversão de áreas naturais à agricultura
Quantidade equivale à emissão de 5,2 bilhões de toneladas de CO2 equivalente, segundo cálculo feito por pesquisadores da Esalq-USP e da Embrapa →
Um ano de Trump: como os Estados Unidos reverteram avanços climáticos, dentro e fora do país
Earth.Org analisa algumas das ações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desde sua posse em 20 de janeiro de 2025, e o que elas significam para os estadunidenses e para o mundo →
Justiça afasta indenização milionária envolvendo desapropriação no Parque Nacional do Caparaó
TRF-2 reconheceu prescrição e e livrou Ibama e ICMBio de indenização sobre áreas da Unidade de Conservação criada em 1961 →


