
Fotografar macaco-prego é fácil. Difícil é resistir quando o bando se aproxima da lente, confiando na superioridade natural de quem se sente em casa praticamente em qualquer terreno. Marcos Sá Corrêa fotografou esta fêmea de Cebus apella no parque nacional do Itatiaia, com câmera digital Canon 20D, lente Canon Zoom 100-400 IS, tripé e flash. Mas poderia ser no arboreto do Jardim Botânico em pleno Rio de Janeiro, onde os macacos-pregos posam diariamente para as máquinas de crianças e turistas, sem saber que os brasileiros ultimamente passaram a tratá-los como inimigos públicos, por conta da febre amarela.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
O século XXI começou no subsolo
O Brasil pode repetir o velho modelo de exportar recursos naturais ou transformar sua riqueza mineral e biológica em conhecimento, tecnologia e soberania →
Projeto em Alta Floresta expande pontes artificiais que zeraram atropelamento de primatas
A instalação de oito novas estruturas de passagem de fauna no município reforça a bem-sucedida estratégia de conservação local para macacos amazônicos ameaçados →
Ibase aponta desafios da urbanização de favelas do Rio diante da crise climática
Levantamento com 10 mil moradores identifica problemas de arborização, drenagem, saneamento e manutenção em 18 favelas da capital do estado →

