Três anos depois do acidente que mudou sua vida, Aron Ralston – o montanhista que cortou o próprio braço após ficar seis dias com ele preso numa pedra – se tornou uma celebridade. Faz comercial de cerveja, escreve livros, dá palestras de motivação, é um “ídolo ambiental”. O sufoco o tornou crédulo em uma força maior da natureza e na habilidade do ser humano de superar dificuldades. Mas o rapaz não perdeu o gosto pelo perigo. Segundo o jornal Los Angeles Times, ele espera escalar, em alguns anos, o K2, a segunda maior montanha do mundo. Com a ajuda de um braço mecânico, claro.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Países avaliam pela primeira vez o progresso das metas globais de biodiversidade
Reunião das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica no Egito analisa progresso das 23 metas estabelecidas no Marco Global de Kunming-Montreal até 2030 →
Maquiada de verde, mineração de terras raras impacta territórios e amplia conflitos pela água em Goiás
Na corrida por minerais críticos, corporações utilizam discurso ambiental para avançar em áreas de interesse socioambiental →
O ar que mata, mas não entra na estatística
Como a subnotificação das mortes associadas à poluição do ar e ao calor extremo invisibiliza uma das maiores crises de saúde pública do nosso tempo →

