Três anos depois do acidente que mudou sua vida, Aron Ralston – o montanhista que cortou o próprio braço após ficar seis dias com ele preso numa pedra – se tornou uma celebridade. Faz comercial de cerveja, escreve livros, dá palestras de motivação, é um “ídolo ambiental”. O sufoco o tornou crédulo em uma força maior da natureza e na habilidade do ser humano de superar dificuldades. Mas o rapaz não perdeu o gosto pelo perigo. Segundo o jornal Los Angeles Times, ele espera escalar, em alguns anos, o K2, a segunda maior montanha do mundo. Com a ajuda de um braço mecânico, claro.
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