Mato Grosso criou um grupo de trabalho formado por sojicultores, ONGs e segmentos do governo estadual para monitorar o cumprimento do pacto ambiental assinado em agosto de 2007, que prometia mundos e fundos para solução dos passivos ambientais nas propriedades rurais. Na época, o próprio Blairo Maggi garantiu que em 2010 não haveria mais nenhum pé de soja plantado em área de preservação permanente em Mato Grosso. Duro vai ser provar que algo mudou. A secretaria de meio ambiente do estado, apesar de uma robusta área de geoprocessamento, não realiza este tipo de monitoramento de maneira sistemática, de acordo com fontes do governo. A tarefa vai ter que ficar por conta de organizações como ICV, TNC e ISA, que participam do grupo de monitoramento. Pena que não cabe às ONGs fiscalizar tantos outros passivos mato-grossenses, como os diversos planos de recuperação de áreas degradadas assinados pelo estado.
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