
A criação de plano de manejo de uma unidade de conservação, mesmo as privadas, é obrigatório. É ele que vai estabelecer o zoneamento, quais áreas serão mais restritivas, menos restritivas e que tipo de gestão a unidade terá. Infelizmente, no estado do Rio de Janeiro, apenas 6 das 91 Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) reconhecidas pelo Estado possuem o plano. Pensando nisso, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) promoverá, na próxima quarta-feira (05), uma oficina de capacitação para elaboração de plano de manejo. O curso será realizado às 14h por videoconferência e para participar é necessário acessar o link do YouTube do INEA.
A oficina será realizada em duas etapas: a primeira será transmitida pelo Youtube, onde serão apresentadas as orientações gerais para a elaboração do plano de manejo. A segunda fase será transmitida pela plataforma Google meet, onde os participantes poderão esclarecer dúvidas e trocar informações. (Daniele Bragança)
Leia Também
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
É hora de repensar o Plano de Manejo
Ana D'Amico, do Instituto Chico Mendes (ICMBio), fala sobre os caminhos para tornar mais prático o documento que norteia ações dentro de uma unidade de conservação →
Eleições na emergência climática: a escolha de quem não ignora riscos
O voto é uma decisão sobre capacidade de governo. É essencial incorporar uma nova pergunta ao exercício da cidadania: aqueles que pretendem ser eleitos compreendem o tempo histórico em que vivemos? →
Vírus letal reduz em 83% população de pererecas em reserva da Mata Atlântica
Estudo apoiado pela FAPESP relata o primeiro caso de morte em massa de anfíbios causada por ranavirose na América do Sul. Patógeno também afeta répteis e peixes →
