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No curto prazo, o SAD de maio indica que em relação a abril passado, o corte de floresta no Mato Grosso deu um salto de 88%. Comparado a maior de 2006, ele foi 4 vezes maior, talvez um indício de retomada do agronegócio na região. O estudo do Imazon e do ICV mostra também que pelo menos 72% dos desmatamento de maio, por sinal praticamente todos ocorridos em propriedades rurais, foram comprovadamente ilegais. É sinal de que mesmo numa situação de queda, as razões estruturais que movem o desmatamento na Amazônia – falta de controle, fiscalização e impunidade – continuam intactas.

Redação ((o))eco ·
9 de julho de 2007 · 19 anos atrás

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