De Rafic Farah
Diretor conselheiro da Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.
Caro Sr. Marcos
Estimar quanto esse novo porto irá incrementar em mão de obra, e impostos, seria fundamental neste instante. E fazermos a velha pergunta: por quê não beneficiamos nós mesmos esse minério?
Muito bem, se vão vencer essa batalha e, de fato construir esse terminal, qual acontrapartida ambiental ? Criar empregos não é contrapartida, afinal, qualquer fábrica precisa de mão de obra. Tão pouco a preservação de alguns hectares de mata. Isto o governo faz e, a sociedade civil pode.
Tudo indica que, o turismo e, eco-turismo, têm qualificado o povo da região. Vertem impostos e, vertem o dinheiro diretamente à mão dos assalariados. E nem de leve, começou. A Bahia ainda está sendo descoberta.
O porto de Santos, emprega 1.200 trabalhadores. Se plenamente automatizado, empregaria menos e baratearia a operação. Então esse porto do ferro, que não passa de um ferro-duto, não irá, como pensam, empregar mais que centena de pessoas. Apenas UM dos hotéis da região, emprega 500 pessoas.
Obrigado pela atenção.
Leia também
Capobianco presidirá a COP 15 das Espécies Migratórias
Secretário-executivo do MMA liderará a Conferência das Partes, que este ano ocorrerá em Mato Grosso do Sul; é a primeira vez que o Brasil sedia o evento →
UTE São Paulo: Ibama nega licença prévia para a maior termelétrica a gás fóssil do país
Órgão ambiental arquivou processo de licenciamento após verificar falhas no Estudo de Impacto Ambiental apresentado; Usina estava projetada para ser construída em Caçapava (SP) →
Reforesting may be the most urgent policy to save the Amazon
Transforming already deforested areas into forest-based productive systems emerges as a decisive strategy in the face of traditional measures that are failing →





