Análises
27 de outubro de 2005

Comido pelas bordas

De FlávioPedro,Excelente o seu relato no site. É exatamente isso que vem ocorrendo,cada vez em proporções maiores. Aproveito sua "deixa" para relatar um fato que me deixou profundamente entristecido neste ultimo final de semana. Gosto de praticar caminhadas. Sempre tive vontade de subir a pedra do Calembá, situada às margens da Estrada dos Bandeirantes e com 321 metros de altitude. De seu topo, apesar de nunca ter estado lá,com certeza há uma das mais lindas visões panorâmicas da Barra e do Recreio. No sábado retrasado, dia 15, tentei subir a pedra do Calembá partindo da Rua Frei Tibúrcio, próximo a um sítio denominado Espaço Lonier. Ao cruzar um portão fincado no meio do asfalto, fui impedido de prosseguir por um indivíduo que me disse ser aquela área propriedade particular da PLARCON (não sei se é assim que se escreve). Com muita educação, tentei explicar-lhe que não queria invadir a tal PLARCON, e sim subir a pedra do Calembá, que fica à esquerda da suposta área particular. De nada adiantou a explicação e tive a entrada vetada. Então, peguei meu carro, retornei para a Estrada dos Bandeirantes e fui para o outro acesso da mesma rua. Desta vez, deparei-me com a cancela da IBRATA, pedreira que vem destruindo por completo a face da pedra do Calembá voltada para a Estrada da Boca do Mato.Pedi autorização para subir a pedra e também tive o acesso negado. Após duas tentativas frustradas, acabei subindo o morro do Nogueira, onde passei por dois acampamentos de caçadores.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Por Redação ((o))eco
27 de outubro de 2005
Notícias
27 de outubro de 2005

Documento da seca

Depoimentos, vídeos e fotos da seca na Amazônia podem ser encontrados no site do Greenpeace. Uma equipe de ativistas viajou para alguns dos lugares que mais sofreram com a estiagem para documentar, entre outras coisas, os bancos de areia no rio Solimões e o lago do Rei, perto de Manaus. Com mais de 12 mil hectares de superficie, ele foi reduzido a poças que, somadas, sequer chegam a mil hectares.

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27 de outubro de 2005
Notícias
27 de outubro de 2005

Há controvérsias

Pesquisadores de todo país que estiveram reunidos no Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca, em Fortaleza (CE), fizeram um abaixo-assinado rejeitando a proposta de suspender a pesca profissional no Pantanal até 2009. Os especialistas questionam as bases científicas que levaram os governos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul a essa decisão. A Embrapa afirma que, com exceção do pacu, seus estudos não indicaram que os peixes têm diminuído nos rios da região.

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27 de outubro de 2005
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27 de outubro de 2005

A verdade sobre as liberações de ATPF’s no Acre

De Carlos Edegard de Deus Secretário de Estado de Meio AmbientePresidente do Instituto de Meio Ambiente do AcreCarlos Ovídio Duarte RochaSecretário de Estado de FlorestaAs declarações do procurador do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recurso Naturais Renováveis (IBAMA), Elielson Ayres de Souza, de que a transferência das liberações de ATPF (Autorização para Transporte de Produtos Florestais) para o Acre poderia intensificar a corrupção no Estado, publicadas no último dia 15 de setembro, no site www.oeco.com.br, são inverídicas. A transferência para o Estado da responsabilidade de liberação das autorizações, solicitada pelo Governo do Acre ao governo federal, ao contrário do que diz o procurador, tem o objetivo de prevenir a corrupção. Acreditamos que o procurador, ao falar na entrevista que o esquema de corrupção na liberação de ATPF’s funcionava dentro do Acre, quis se referir ao passado, época em que o esquema funcionava no Matogrosso e estava sob a responsabilidade do IBAMA. Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

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27 de outubro de 2005
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27 de outubro de 2005

Açougue no mato II

De Cláudio Cisne CidSilvia:Num país onde as leis são feitas apenas para quem as teme, e onde infelizmente grande parte da imprensa se mostra parcial/desinformada sobre o assunto relativo ao referendo, é de grande importância um artigo que aborde aspectos como os levantados por sua coluna. Infelizmente o “animal político” não parece possuir a clareza necessária para enxergar o óbvio, e implantar leis e tomar medidas realmente efetivas, como os países mais desenvolvidos o fazem (exceção feita ao Sul, que muitas vezes parece não pertencer ao resto do Brasil). Felizmente, parece que o povo “acordou” pelo resultado que o referendo apresentou, só nos restando torcer para que a classe política siga o exemplo. Parabéns pela iniciativa e coragem de expor sem meias palavras sua visão sobre o tema.

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27 de outubro de 2005
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25 de outubro de 2005

Memórias pioneiras

Arlene Blum, uma das mais importantes mulheres da história da escalada, lança o livro “Breaking Trail”, com crônicas sobre suas aventuras. O Los...

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25 de outubro de 2005
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25 de outubro de 2005

Recantos sombrios

A Outside Magazine fez uma edição especial em homenagem ao Halloween. Entre as atrações assustadoras, uma seqüência de fotos apresenta sete...

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25 de outubro de 2005
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25 de outubro de 2005

Sete mares

Falta pouco mais de uma semana para o início da Volvo Race, competição de barcos a vela da qual participarão nossos medalhões Torben Grael e...

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25 de outubro de 2005
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25 de outubro de 2005

De cabeça

Pancada na cabeça tem limite. Parece óbvio, mas tem sempre uma pesquisa científica para tornar o alerta mais concreto. O jornal The New Tork Times...

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25 de outubro de 2005
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25 de outubro de 2005

Não veio

O Inpe ainda não recebeu nenhum dos dados utilizados pelo professor Greg Asner e sua equipe para preparar um mapa, com auxílio de imagens de satélite, sobre o impacto do corte seletivo de árvores na Amazônia. Há muito se sabe que esse tipo de corte, típico de madeireiros, que só derruba árvores de valor comercial e deixa o mato à volta em pé, é ruim para a floresta. Mas sua extensão e localização geográfica nunca tinham sido cientificamente detectados até a semana passada, quando Asner assinou artigo na revista Science anunciando ter descoberto a solução do problema.

Por Redação ((o))eco
25 de outubro de 2005
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25 de outubro de 2005

Está vindo

Seu estudo foi criticado por técnicos brasileiros, que enxergaram nele inconsistências. Daí a importância de poder examinar detidamente os dados utilizados. Asner pede um pouco de paciência. As informações foram enviadas num CD para o endereço do Inpe em São José dos Campos na sexta-feira. Devem estar na bica de chegar.

Por Redação ((o))eco
25 de outubro de 2005