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Comido pelas bordas

De FlávioPedro,Excelente o seu relato no site. É exatamente isso que vem ocorrendo,cada vez em proporções maiores. Aproveito sua "deixa" para relatar um fato que me deixou profundamente entristecido neste ultimo final de semana. Gosto de praticar caminhadas. Sempre tive vontade de subir a pedra do Calembá, situada às margens da Estrada dos Bandeirantes e com 321 metros de altitude. De seu topo, apesar de nunca ter estado lá,com certeza há uma das mais lindas visões panorâmicas da Barra e do Recreio. No sábado retrasado, dia 15, tentei subir a pedra do Calembá partindo da Rua Frei Tibúrcio, próximo a um sítio denominado Espaço Lonier. Ao cruzar um portão fincado no meio do asfalto, fui impedido de prosseguir por um indivíduo que me disse ser aquela área propriedade particular da PLARCON (não sei se é assim que se escreve). Com muita educação, tentei explicar-lhe que não queria invadir a tal PLARCON, e sim subir a pedra do Calembá, que fica à esquerda da suposta área particular. De nada adiantou a explicação e tive a entrada vetada. Então, peguei meu carro, retornei para a Estrada dos Bandeirantes e fui para o outro acesso da mesma rua. Desta vez, deparei-me com a cancela da IBRATA, pedreira que vem destruindo por completo a face da pedra do Calembá voltada para a Estrada da Boca do Mato.Pedi autorização para subir a pedra e também tive o acesso negado. Após duas tentativas frustradas, acabei subindo o morro do Nogueira, onde passei por dois acampamentos de caçadores.Clique aqui para ler esta carta na íntegra.

Redação ((o))eco ·
27 de outubro de 2005 · 21 anos atrás

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