Questão de timing

De Ivan Quadros Caro Rafael Aqui na orla da praia, contente do mar (do Litoral Norte paulista), só que não “mudo”, como escreveu Fernando Pessoa, tenho me debatido no supermercado sobre as tais sacolinhas. Eu sempre solicito caixas de papelão, onde coloco e transporto para casa os produtos que comprei. Depois de descarregar, mando as

Por Redação ((o))eco
7 de agosto de 2007

Mulheres obstinadas

De Marta Jacob Olá Nai, Parabéns pela iniciativa e a divulgação. Eu tive sitio em Lumiar até 2003, a casa na beira do rio Macaé, e todo fim de semana ia para dentro do rio com sacos de 100 litros para tirar latas de cerveja, garrafas pet, bolsinhas de lixo e as vezes o caseiro

Por Redação ((o))eco
1 de agosto de 2007

Mulheres obstinadas

De Marina Torres Achei muito interessante a iniciativa dessas senhoras. É claro que só teremos um resultado para a questão ambiental quando os cidadãos se mobilizarem e efetivamente agirem em prol da defesa do meio ambiente e de toda essa discussão que temos hoje em dia. Sem querer me intrometer na ação sócio-ambiental proposta, escrevo

Por Redação ((o))eco
1 de agosto de 2007

Festança no parque

De Bruno Milanez Gostaria de postar esse comentário no site, porem não encontrei opção para isso. A ideia da reportagem foi interessante, porem, acho que a forma como foi conduzida foi equivocada. Em primeiro lugar, a reportagem se tornou um estimulo ao consumismo verde. Por que incentivar o uso de descartáveis (mesmo que biodegradaveis) ao

Por Redação ((o))eco
26 de julho de 2007

Marc Ferrez e sua nostálgica cidade do Rio de Janeiro.

Luiz Carlos Busato Caro Adriano, Li seu artigo no O Eco com as fotos do Marc Ferrez e achei bem legal. Parabéns! Estas fotos estão disponíveis em alguma publicação ou acervo público? Tenho trabalhado na pesquisa para uma obra que faz um “paralelo ecológico” entre um período um pouco anterior (primeiras décadas do séc. XIX)

Por Redação ((o))eco
23 de julho de 2007

“Quilombo até embaixo d´água”

De Pe. Josep iborra Plans, zezinho Agradeço a publicação, pelo menos parcial da resposta aos artigos qüestionados sobre o quilombo de Santo Antônio do Guaporé. Porém sigo pensando que a linha editorial de O Eco está errada ao pensar que se trata de “conceder” 186.000 ha. bem conservados. Quem pensa que foi que conservou? Foram

Por Redação ((o))eco
20 de julho de 2007

Quilombos e Dívida

De Marcos Bidart de Novaes Ótima a discussão, sinal de que o Eco ecoa… Poderiam no entanto vocês apenas ter ouvido… fica a minha indagação de como o meu ilustre xará calcula o valor da dívida social e moral que o Brasil tem com os escravos para questionar se 83 mil hectares são muito ou

Por Redação ((o))eco
20 de julho de 2007

Chico Mendes foi um herói ambiental?

De José Augusto Pádua Prezado Marc, Grato pela resposta cordial e ponderada, como eu já esperava. Ela facilita um diálogo mais construtivo sobre o tema. Vejo que são dois assuntos diferentes, apesar de próximos: a figura histórica de Chico Mendes e o resultado prático das reservas extrativistas. No primeiro ponto, creio que a sua concordância

Por Redação ((o))eco
20 de julho de 2007

Chico Mendes foi um herói ambiental?

De Marc Dourojeanni Prezado José Augusto: Gosto e valorizo muito as discordâncias expressadas com seriedade e bons argumentos o que, ademais, você sempre aplica nos seus textos. Após ler a sua coluna sobre Chico Mendes, com interesse e respeito, não consegui discrepar de muitas das suas reflexões gerais sobre o assunto, nem sobre o próprio personagem. Por exemplo, eu não teria sequer pensado no comentário que foi feito à minha coluna, no sentido de que a elevação do Chico Mendes ao status de herói responde a uma “carência de ídolos e mártires”. Também comparto as suas disquisições sobre o “que é um ambientalista?”. Não tive a intimidade que você e outros tiveram com Chico Mendes, mas, em razão do meu trabalho, conheci pessoalmente ao personagem e tive a oportunidade de escutá-lo falar em várias ocasiões. Admito que os discursos dele, como os de outros líderes dos povos da floresta, sempre me pareceram genuínos e que, em muitas ocasiões, não consegui reter lágrimas de emoção escutando-os. Por isso, concordo de bom grado que a indiscutível influência dos amigos e guias intelectuais do personagem pode ter sido, apenas, um suplemento à sua convicção ambiental e um refinamento estratégico para ter maior repercussão. Mas, a minha tese é que, para que alguém seja convertido em herói representativo de um objetivo social, neste caso a conservação da natureza e seus recursos, deve ter feito de modo consistente algo realmente significativo para seu beneficio. As lutas do Chico Mendes e dos seus companheiros da época, resultou apenas no estabelecimento das discutíveis reservas e assentamentos extrativistas. Para muitos, como bem se sabe, estas categorias são apenas processos de reforma agrária disfarçados de ambientalismo, que ademais já estão em plena decomposição. Os “empates”, ao contrário, aportaram muitos benefícios consideráveis para os seringueiros: posse segura da terra, possibilidade de fazer chácaras familiares, subsídios generosos, diversos serviços sociais, novas infra-estruturas, capacitação, opção de explorar madeira e muito apoio político de alguns partidos. Em contrapartida não aportaram praticamente nada para o objetivo de conservar a biodiversidade e usar adequadamente os recursos naturais. Pior ainda, a idéia de que as reservas extrativistas são “unidades de conservação” vendeu aos políticos e à cidadania a atrativa, embora mentirosa tese de que a natureza pode ser preservada explorando-a e transformando-a em ambientes antrópicos. Suponho que você e eu não chegaremos a um consenso neste tema, nem é necessário. Como você, acho que é um assunto importante, cuja discussão não diminui a transcendência do personagem na história da Amazônia. Cordialmente

Por Redação ((o))eco
17 de julho de 2007

Discurso no Senado

Senado Federal Sessão On-line – Discursos Sessão : Nº 113 - Deliberativa Ordinária - SF em 11/07/2007 às 14:00h 'O SR. GERSON CAMATA (PMDB - ES. Para uma comunicação inadiável. Sem revisão do orador.) - "Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores, (...) Mas quero falar hoje sobre um assunto que tem preocupado a mim e ao Estado do Espírito Santo, que é o problema dos quilombolas. O jornalista Marcos Sá Corrêa escreveu, outro dia, um artigo no Estadão muito interessante. Ele disse o seguinte: "Nenhum brasileiro precisa ir muito longe para encontrar um quilombo nascendo, com selo oficial, praticamente na esquina de casa. Se alguma coisa está acontecendo pela-primeira-vez-na-história-deste-país ou mesmo deste planeta é que, 120 anos depois da Lei Áurea, o Brasil produz quilombolas como nunca". O Presidente da República assinou um decreto, mas o Partido de V. Exª, Senador Marco Maciel, entrou com uma ação no Supremo, porque, pelo que entendem os juristas, o Presidente da República não pode regulamentar um artigo da Constituição. Sua Excelência pode regulamentar uma lei, mas artigo da Constituição só pode ser regulamentado por lei complementar do Congresso Nacional. É o Congresso que pode regulamentar um artigo da Constituição. O Presidente Fernando Henrique incorreu neste erro: regulamentou um artigo da Constituição. O Presidente Lula cancelou a regulamentação do Presidente Fernando Henrique. E o fez bem. Só que aí fez pior: regulamentou um artigo da Constituição também. “Clique aqui para ler esta carta na íntegra”

Por Redação ((o))eco
16 de julho de 2007