Tapete verde

Muitas das celebridades que desfilarão pelo tapete vermelho no próximo domingo a caminho da cerimônia do Oscar estão preocupadas não apenas com as assinaturas de estilistas famosos em seus trajes e adereços. Querem aparecer diante das câmeras com estilo, mas aproveitar também para dar uma de preocupadas com o mundo. Pelo menos trinta delas chegarão à festança em limousines movidas a eletricidade. A iniciativa é de um grupo ambientalista, o Global Green USA, que quer chamar atenção do público para as energias alternativas. Entre as eco-estrelas estão o galã Leonardo de Caprio e Davis Guggenheim, diretor de “Uma Verdade Inconveniente” - que concorre ao prêmio de melhor documentário. A reportagem é do site Planet Ark.

Por Redação ((o))eco
23 de fevereiro de 2007

Doce ilusão

E uma das estrelas do Oscar vai desembarcar na cerimônia numa combinação ainda mais vistosa de beleza e conscientização. Um protótipo do Roadster – o carro esportivo elétrico da Tesla Motors que chega a andar mais que a maioria dos Porches por um gasto risível de energia – vai ser dirgido até a premiação por um sortudo cujo nome ainda não foi revelado. Segundo reportagem publicada esta semana pela revista Forbes, a Tesla pretende começar a produzir o carrão em série até 2009. A fábrica já tem até lugar escolhido – será em Albuquerque, capital do Novo México. O bon vivant que daqui a dois anos quiser dirigir a belezura terá que desenbolsar a bagatela mínima de 50 mil dólares. Pensando bem, até que não está tão caro...

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23 de fevereiro de 2007

Bota longe nisso

Todo mundo sabe que George W. Bush está longe de ser cientista. Mas não é que o bravo presidente aparece de jaleco branco e óculos nesta reportagem do The New York Times? Em visita a um laboratório na Carolina do Norte, Bush reforçou sua intenção de estimular o desenvolvimento do etanol de celulose, que muitos afirmam ser uma boa solução de combustível limpo e barato. Também falou em energia nuclear. A expressão “aquecimento global”, no entanto, não foi em momento algum mencionada pelo presidente.

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23 de fevereiro de 2007

Biodiesel e sustentabilidade

A Embrapa vai realizar a partir da próxima semana uma ampla pesquisa de campo para avaliar as condições ambientais de alguns dos principais pólos de produção de biocombustíveis no país. Entre os dias 26 de fevereiro e 9 de março, pesquisadores de unidades da Embrapa nos estados Pará, Piauí e Bahia vão visitar propriedades rurais que produzem mamona ou dendê para a fabricação de biodiesel. O projeto, chamado de “Gestão Ambiental Territorial da Produção de Óleos Vegetais para Obtenção de Biocombustíveis”, faz parte de um processo que vai avaliar toda a cadeia de produção de biodiesel.

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22 de fevereiro de 2007

Método

Os pesquisadores vão aplicar dois métodos de avaliação. O primeiro chamado de Eco-Cert Rural é um questionário com 24 indicadores de sustentabilidade que podem ser facilmente aferidos. Já o método APOIA-NovoRural é mais complexo e envolve 62 variáveis que são inseridas em planilhas eletrônicas. É esperar para ver os resultados.

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22 de fevereiro de 2007

Marina em Harvard

O David Rockfeller Center, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, convidou a ministra de Meio Ambiente, Marina Silva, para fazer a aula inaugural do departamento de estudos brasileiros. A palestra ocorrerá em março, quando reiniciam as aulas.

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22 de fevereiro de 2007

Mais tubarões em risco

Integrantes da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), acrescentaram mais tubarões à lista vermelha de animais ameaçados de extinção. Pesquisas divulgadas nesta semana revelaram que até os mais rápidos e selvagens tubarões estão ameaçados pela pesca predatória, em escala global. Foram consideradas vulneráveis as três espécies conhecidas de tubarão-raposa e a espécie favorita entre pescadores comerciais, o anequim. A IUCN também anda preocupada com o tubarão azul, que já perdeu entre 50 e 70% de sua população no Atlântico Norte, e também com o tubarão-marracho, o tubarão-martelo, entre outros.

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22 de fevereiro de 2007

Menos carbono em São Paulo

O secretário de meio ambiente de São Paulo, Xico Graziano, quer saber quem são as 100 maiores indústrias emissoras de carbono no estado. Pediu o levantamento à Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) para obrigar que elas tenham o compromisso de reduzir suas emissões quando as licenças ambientais forem renovadas. Graziano também determinou que a própria Cetesb dê o exemplo e calcule suas emissões para compensá-las com plantio de mata ciliar.

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22 de fevereiro de 2007

Confissão

A Igreja Católica brasileira resolveu levantar a bandeira da proteção da Amazônia em sua Campanha da Fraternidade deste ano, mais com o intuito de proteger os homens do que as outras criaturas de Deus. De qualquer forma, começou criticando o governo pelas atuais taxas de desmatamento. No lançamento da campanha, na última quarta-feira, D. Odilo Scherer, secretário-geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), disse com todas as letras, na presença de Marina Silva, que as ações federais na região são ineficientes ou ausentes. A ministra, conta a Folha de São Paulo, repetiu que o desmatamento caiu 52% nos últimos dois anos. Mas admitiu que as ações ainda são insuficientes: “o trabalho [do governo] é inicial”, justificou ela.

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22 de fevereiro de 2007

Sócio-ambientalismo

Mas não foi só o governo que saiu arranhado da cerimônia, realizada na ilha do Combu, próxima a Belém (PA). Segundo o jornal O Globo, a própria CNBB foi alvo de críticas de pastorais sociais e outras entidades religiosas. É que o lançamento foi restrito a convidados e financiado pela Companhia Vale do Rio Doce, que é apontada por eles como responsável por conflitos com populações tradicionais da Amazônia. A igreja pretende, entre suas principais ações, acolher quilombolas e companhia debaixo de suas asas. E alardeia uma mobilização nacional contra os latifúndios na região.

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22 de fevereiro de 2007

Pioneiro

A Austrália quer ser o primeiro país a banir definitivamente de seu território as lâmpadas incandescentes. A idéia é economizar energia com o uso de iluminação fluorescente, mais eficiente, através de padrões estabelecidos pelo governo que tornariam praticamente impossível a comercialização das lâmpadas mais dispendiosas. Segundo o The New York Times, essa é uma estratégia do governo para atacar o aquecimento global, uma vez que a luz elétrica é responsável por emissões equivalentes a 70% do que todos os carros do mundo jogam na atmosfera. A meta é acabar com as lâmpadas consumistas até 2009 ou 2010.

Por Redação ((o))eco
22 de fevereiro de 2007