Informal

O Japão é anfitrião de um “encontro informal” de 20 países signátarios da Convenção do Clima da ONU. Autoridades estão reunidas em Tóquio para trocar idéias sobre como arquitetar um 2º período para o Protocolo de Kyoto. Lendo-se matéria do site Planet Ark, tem-se a impressão que o secretário da Convenção, Yvo Boer, resolveu chegar junto dos países em desenvolvimento. “Nós precisamos de mais engajamento de grandes países em desenvolvimento, como China e Brasil”, opinou o secretário.

Por Redação ((o))eco
25 de janeiro de 2007

Maré sobe

Vazou mais uma informação nada alentadora do relatório do Painel Internacional sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que será lançado no próximo 2 de fevereiro, em Paris. De acordo com matéria da Reuters, o estudo mostrará que mesmo com a estabilização do aquecimento global, as mares vão continuar subindo por 1 mil anos. O estudo também tornou mais preciso o ritmo em que o mar deve subir neste século, entre 28 e 43 centímetros.

Por Redação ((o))eco
25 de janeiro de 2007

O bom negócio

O drama do que fazer com os pneus velhos parece equacionado na Europa. Segundo o The Guardian, a diretiva européia que proibe a disposição de pneus em aterros sanitários está sendo devidamente cumprida. Uma pesquisa mostra que no Reino Unido 34% dos pneus são reciclados, 26% são reutilizados, 15% queimados em fornos de cimento, 7% exportados e 6% ainda vão para os aterros. A opção de queimá-los nos fornos de cimento diz o texto é uma opção que se está tornando rentável e ganhando espaço.

Por Redação ((o))eco
25 de janeiro de 2007

Aula

Fala-se muito em educação ambiental no Brasil. Mas o fato é que pouca gente entende realmente do assunto e raramente se sabe se a atividade produz resultados. Para começar a remediar esta situação de, digamos, ignorância geral, vem aí um livro com 21 artigos, que trazem desde ensaios a relatos de experiências concretas sobre o tema. Chama-se "Educação Ambiental e Conservação da Biodiversidade: reflexões e experiências brasileiras" e vai ser lançado no dia 29, em São Paulo. O livro foi organizado por instituições que militam há muito em educação ambiental no país, a Conservação Internacional, o Instituto Ecoar e o Instituto Physis.  

Por Redação ((o))eco
25 de janeiro de 2007

Ainda esta semana

Já está pronto o texto do Projeto de Lei Complementar (PLC) que regulamenta o Artigo 23 da Constituição Federal. A medida deve ser encaminhada pela Casa Civil ao Congresso Nacional ainda esta semana. A proposta segue uma estrutura semelhante à Resolução Conama que define a competência dos entes federados na gestão florestal. Há definições sobre o que são impactos nacionais, regionais e locais, e quem são os responsáveis por licenciar empreendimentos em cada um destes casos.

Por Redação ((o))eco
24 de janeiro de 2007

Pode opinar

Para evitar possíveis impasses políticos, o texto do PLC do Artigo 23 afirma que durante os licenciamentos, entes federados que não estão participando podem "se manifestar", mas " de maneira não vinculante". O que siginifica que quem não estiver oficialmente no processo de licenciamento pode até falar, mas não necessariamente será ouvido.

Por Redação ((o))eco
24 de janeiro de 2007

O mínimo

A União deverá manter algumas funções chaves em certos licenciamentos. Só ela poderá liberar a entrada de espécies exóticas no país. Assim como será a única que poderá licenciar empreendimentos militares e que envolvam minerais radioativos. A ela também foram reservadas as obras com impactos em países de fronteira.

Por Redação ((o))eco
24 de janeiro de 2007

Oficializou

O Ministério do Meio Ambiente publicou nesta quarta-feira no Diário Oficial da União a Portaria 9 que oficializa o novo mapa de áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade e uso sustentável no país. Os mapas podem ser encontrados no site do MMA - www.mma.gov.br/portalbio. Assim como nos modelos anteriores, há divisão por importância biológica e prioridade nas ações de conservação. A gradação de importância varia de extremamente alta a insuficientemente conhecida.

Por Redação ((o))eco
24 de janeiro de 2007

Preparados para o pior

Climatolistas e biólogos constataram que o aumento da temperatura do globo pode levar à derrocada de alguns habitats e consequentemente das espécies que vivem neles. A medida para garantir que estas espécies sobrevivam, revela uma reportagem do New York Times, é realizar migrações assistidas de animais. O texto deixa claro que a medida gera certa polêmica entre os conservacionistas, mas tem sido estudada seriamente como uma saída de emergência para os impactos das mudanças climáticas. As primeiras conclusões é que nem todos os animais conseguirão se adaptar às mudanças. Já há estudos que mostram que de 15% a 37% das espécies poderão se extinguir até 2050 por conta do aquecimento global.

Por Redação ((o))eco
24 de janeiro de 2007

Em direção ao caos

Nesta quarta-feira, o ex-embaixador britânico nas Nações Unidas, Crispin Tickell, fez uma palestra em Londres alertando para os riscos da violência aumentar em todo mundo devido à acelaração das mudanças climáticas. O embaixador citou os casos de Ruanda e Somália, onde a combinação entre seca e superpopulação levaram a choques violentos. O aquecimento tende a acentuar as situações trágicas, e além disso o palestrante acredita que grupos terroristas vão se aproveitar destes momentos para atacar. Os detalhes das idéias de Sir Tickell podem ser lidos em matéria da Reuters.

Por Redação ((o))eco
24 de janeiro de 2007

Nós queremos mais

Também na Reuters há uma reportagem com alguns dos maiores empresários americanos cobrando mais de Bush em relação às mudanças climáticas. Reunidos em Davos, os homens de negócio elogiaram o esforço para inserir energias renováveis no mercado americano, mas afirmaram que é preciso ter metas definidas para a redução de emissões. O executivo da Duke Energy, James Rogers, explicou que é importante ter regras claras agora, pois usinas construídas neste momento ainda vão durar 50 anos.

Por Redação ((o))eco
24 de janeiro de 2007

GEF Carvão

O Global Environment Facility (GEF), órgão multilateral criado na Rio 92, resolveu inovar em seus financiamentos. Conhecido por seu apoio a projetos de conservação da biodiversidade e sua agenda predominatemente verde, o GEF vai financiar melhorias no carvão mineral na Índia. Segundo nota publicada na Folha de São Paulo, serão investidos 45,5 milhões de dólares para transformar novas usinas de carvão em centrais mais eficientes.

Por Redação ((o))eco
24 de janeiro de 2007