Sem rótulo

O STF declarou inconstitucional a lei do Paraná que torna obrigatória a rotulagem de alimentos que contenham ou sejam produzidos a partir de transgênicos. A lei tinha entrado em vigor durante a 8ª Conferência Internacional da Diversidade Biológica (COP-8), que aconteceu no estado em março. O Supremo concluiu que a lei estadual é mais rigorosa do que a federal, que considera necessária o aviso no rótulo só para alimentos que tenham mais de 1% de organismos geneticamente modificados, como revelou o jornal Estado de São Paulo.

Por Redação ((o))eco
1 de junho de 2006

Viagem programada

O Google lançou um site com dicas de como realizar viagens ecológicas. Por enquanto, os cinco destinos sugeridos são grandes cidades americanas,...

Por Redação ((o))eco
1 de junho de 2006

Clima no Globo

O jornal carioca O Globo publicou nesta quinta-feira 8 páginas, sem anúncio, sobre mudanças climáticas no Brasil. O Eco dá parabéns à iniciativa, mas lamenta o conteúdo não ter sido disponibilizado na internet. Especialistas alertam que está na hora dos brasileiros começarem a levar a questão do clima a sério. As noites têm ficado mais quentes. Cidades como Rio, mas chuvosas. Em outras partes do país, as tormentas são cada vez mais violentas. Nos últimos 50 anos, as temperaturas mínimas no Sul e Sudeste do Brasil aumentaram significativamente e ajudaram a transformar certos centros urbanos em verdadeiras ilhas de calor, que atraem cada vez mais raios. Para os curiosos, o Globo montou gráficos mostrando como os fenômenos climáticos se formam e boxes contando histórias curiosas, como que não passa de mito acreditar que você estará mais seguro de ser atingido por um raio se estiver com sapatos de borracha.

Por Redação ((o))eco
1 de junho de 2006

Um Mac vale lixo

A empresa Apple lançou um programa de reciclagem em que na compra de um Mac novo ela aceita receber o computador antigo do comprador – mesmo que seja PC - para dar um fim adequado à máquina. Ela afirma que os computadores serão reciclados dentro dos Estados Unidos e que ela não vai exportar o lixo tecnológico para nenhum país subdesenvolvido. Segundo o site Cnet, a empresa costuma ser criticada por não se importar muito com meio ambiente.

Por Redação ((o))eco
1 de junho de 2006

Em negociação

Enquanto as atenções estiverem voltadas para os jogos da Copa do Mundo, o Greenpeace estará negociando com seis grandes empresas do setor alimentício a assinatura de uma moratória contra a compra de produtos que dependam de soja plantada na Amazônia. O objetivo da ação é não perder mais nenhum hectare de floresta para dar lugar à plantação do grão. Representantes das empresas devem ser reunir com os ambientalistas no dia 26 de junho em Bruxelas. A turma do Mc Donalds já garantiu assento.

Por Carolina Elia
31 de maio de 2006

Começo e fim

O Greenpeace diz que o cenário é “extremamente promissor” e acredita que terá boas notícias para divulgar até o fim de junho. Mas reconhece que há vários detalhes a serem acertados. Entre eles, estabelecer que critérios ambientais precisam ser respeitados para permitir o fim da moratória.

Por Carolina Elia
31 de maio de 2006

Na pressão

Em paralelo, a ong também negocia uma moratória com a mesma finalidade com as quatro grandes produtoras de soja amazônica: Bunge, Cargill, ADM e Grupo Maggi. Chegar a um acordo com elas ficará mais fácil depois que as seis empresas do setor alimentícios – suas clientes corporativas – se comprometerem a não comprar mais soja produzida na Amazônia.

Por Carolina Elia
31 de maio de 2006

Meio ambiente na Globonews

As discussões sobre o Projeto de Lei da Mata Atlântica e as pressões do agronegócio sobre a floresta amazônica são alguns dos temas que serão discutidos nesta quarta no programa Espaço Aberto Economia, da Globonews. Miriam Leitão entrevista Paulo Adário, coordenador da campanha Amazônia do Greenpeace, e Fabio Feldmann, ex-secretário do fórum mundial de mudanças climáticas. O programa vai ao ar às 21h30.

Por Carolina Elia
31 de maio de 2006

Pedaço disputado

O secretário de Desenvolvimento do Espírito Santo, Júlio Bueno, avisou que pedirá ajuda da Casa-Civil para anular a criação da Zona de Amortecimento do Parque Nacional de Abrolhos, decretada há duas semanas pelo Ibama. A área passou a ser de preservação por possuir influência direta no parque marinho. Mas a idéia desagradou à Agência Nacional de Petróleo, que alega ter projetos de produção de gás na região. O Ibama avisa que não vai abrir mão da zona de amortecimento que, na prática, exige apenas controle ambiental mais rigoroso sobre projetos de exploração na região.

Por Carolina Elia
31 de maio de 2006

Rabo preso

A intrigante ausência dos deputados na Comissão Especial PEC do Cerrado, destinada a incluir o Cerrado e a Caatinga como patrimônios nacionais na Constituição, não é obra apenas da bancada ruralista, que forma em peso a Comissão. O presidente da Casa, Aldo Rebelo, e os principais componentes da Mesa são usineiros e a lenha do cerrado serve de matriz energética para as usinas.

Por Redação ((o))eco
31 de maio de 2006

Que feio

Quando o deputado Fernando Gabeira enviou ofício para tentar levar a votação direto a plenário, Aldo Rebelo sinalizou que, apesar de o Regimento Interno permitir a manobra, ele não a faria, alegando ser antidemocrático tirar o poder da comissão. A falta de quorum na Comissão PEC do Cerrado já resultou em pelo menos 309 semanas sem uma única reunião, salvo a de instalação.

Por Redação ((o))eco
31 de maio de 2006