Correr para concorrer

Nos dias 27 e 28 de maio acontece a primeira etapa do circuito carioca de Corrida de Aventura em Areal (RJ). Além do trekking, as provas incluem...

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4 de maio de 2006

O desmaio é o limite

Um regime de treinamento inventado por um consultor de negócios norte-americano promete vida nova ao praticante de qualquer esporte, ao custo de...

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4 de maio de 2006

União

O Parque Estadual do Cristalino, criado em 2000 no Norte do Mato Grosso e ampliado em 2001, será submetido ao crivo de nova consulta pública nesta sexta-feira, no município de Novo Mundo. Sua população nunca engoliu o decreto de expansão da unidade de conservação e a prefeitura local se aproveitou da decisão do governo estadual de unificar administrativamente os dois parques e resolveu colocar a questão novamente na berlinda. Dependendo do resultado, ele será usado para atacar o parque através da Assembléia Legislativa. A consulta tem o apoio explícito do presidente da Casa, deputado Silval Barbosa (PMDB).

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4 de maio de 2006

Perda

Não vai ser fácil obter aprovação da idéia. Para convencer os presentes à consulta, o estado vai tirar do bolso uma proposta para reduzir o tamanho da área de expansão do Cristalino em cerca de 2,5%. O problema é que se a idéia prosperar, o novo Cristalino unificado vai perder os recursos que recebe do programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA).

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4 de maio de 2006

Perto do fim

Falando em consulta pública, o período para agregar sugestões ao projeto do governo do Pará de criar polígonos florestais – áreas para a exploração madeireira – em 8 milhões de hectares de território estadual provavelmente se encerrará no dia 23 de maio, quando haverá uma reunião com prefeitos e membros da Assembléia Legislativa para discutir a idéia. Um dia antes, será a vez de Ongs ambientais e sociais debaterem o projeto.

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4 de maio de 2006

Falta fazer

Encerrado o período de consulta, e assumindo que tudo corra bem, o governo do Pará começa o processo de implantação dessas áreas. A maioria será transformada em Florestas Estaduais localizadas ao longo da calha norte do rio Amazonas.

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4 de maio de 2006

Oportunidade

Em paralelo, o governo paraense precisará criar uma burocracia para cuidar do seu setor florestal. Ainda não decidiu se o novo órgão será uma agência, um instituto ou um serviço, para alegria dos consultores especializados no assunto. Sem saber o que fazer no caso, o governo planeja contratar uma consultoria para lhe dizer como deve proceder.

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4 de maio de 2006

Cadê?

Tem gente que começou a reparar que a Terra do Meio, no Pará, outrora principal foco de preocupação no desmatamento da Amazônia, saiu do noticiário sobre o assunto desde o ano passado, quando registrou-se queda substancial no corte de árvores na região.

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4 de maio de 2006

Normal

Quem conhece bem a região, um dos principais pontos da ação de grileiros nos últimos dez anos, acha natural que a Terra do Meio tenha deixado de ser um problema. A repressão oficial, mas sobretudo a criação de três unidades de conservação – uma reserva biológica e dois parques nacionais – barrou o avanço avassalador que a grilagem fazia sobre terras públicas na área. Com a mudança do regime jurídico-administrativo, ela não tem mais como fazer os pedidos de registro de posse.

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4 de maio de 2006

Destaques

Hoje, com o agronegócio em retração no Mato Grosso e a situação na Terra do Meio sob controle, as áreas em evidência no quesito desmatamento são o Sul do Amazonas, Oeste do Pará, na região de influência da BR-163, a área no entorno de Santarém, Nordeste paraense e Oeste do Amapá.

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4 de maio de 2006

Culpas

No Sul do Amazonas e Oeste paraense, os problemas são a pecuária e a madeira. Em Santarém, a questão é a expansão da soja comandada pela multinacional Cargill, que anda reproduzindo o mesmo desmatamento selvagem que o grão provocou em outros tempos no Norte do Mato Grosso. No Nordeste do Pará e Oeste do Amapá, a ameaça à floresta vem dos madeireiros ilegais.

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4 de maio de 2006

Número

A conta é informal. Mas indica que de cada 4 carros avistados nas ruas de Santarém, 1 carrega no pára-choque adesivos com os dizeres “Fora Greenpeace. A Amazônia é nossa”. O Greenpeace anda concentrando suas ações na luta contra a expansão da soja no município.

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4 de maio de 2006