Índice novo

O Imazon também fechou uma parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para monitorar, via imagens de satélite, exclusivamente as áreas da floresta amazônica onde há exploração madeireira. Essa atividade, apesar de degradar a mata, não é detectada nos índices de desmatamento da região produzidos ano a ano. A partir deste ano, vai dar para saber exatamente qual a sua contribuição anual na destruição da biodiversidade. →

Por Redação ((o))eco
12 de abril de 2006

Justiça

A Universidade Federal de Mato Grosso, com dinheiro da Fundação Packard e o apoio do Imazon, ICV e governo do estado, criou um escritório de advocacia ambiental acoplado à Faculdade de Direito. Vai acompanhar os processos dos 60 maiores desmatamentos ocorridos no estado durante a operação Curupira, no ano passado. Pretende servir também de laboratório para estudar as razões pelas quais questões ambientais andam mal pelos corredores dos tribunais. Caminham mais lento que o habitual e geram sentenças que não levam em consideração a restauração do que foi devastado. O mais comum são condenações que envolvem compensações sociais, como por exemplo doação de cestas básicas. →

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12 de abril de 2006

Na rede

O escritório de advocacia ambiental também servirá como embrião para a criação de um portal sobre o assunto para toda a Amazônia. Funcionará como uma esquina virtual onde promotores e advogados poderão trocar informações, escarafunchar arquivos e publicar artigos. →

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12 de abril de 2006

De$mate

Entre 1989 e 2005 o Banco da Amazônia (Basa) liberou o equivalente a 7 bilhões de reais em créditos para empreendimentos na região. Menos de 1% desse dinheiro foi destinado a projetos florestais como o corte de madeira em regime de manejo. O resto, financiou indústrias e o desmatamento da floresta amazônica através de empréstimos ao setor agropecuário. →

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12 de abril de 2006

Baixa

Em 2003, o Basa criou uma linha de crédito de 50 milhões especialmente para financiar projetos florestais. Mas até agora, não chegou a emprestar 3 milhões de reais. Os madeireiros da Amazônia temem botar a mão nesse dinheiro num momento de incertezas regulatórias. →

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12 de abril de 2006

Roupa nova

Perto de completar 70 anos, o Parque Nacional do Itatiaia recebeu 3,5 milhões de reais para recuperar suas atrações. A verba é fruto de compensações ambientais pagas pelas empresas Novatrans e Furnas e será utilizada para obras de sinalização e recuperação do museu, do centro de visitantes, da biblioteca e do centro de administração. Tudo em avançado estado de degradação. →

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12 de abril de 2006

Furo

A obra faz parte do Programa 70 anos do Parque Nacional do Itatiaia, lançado nesta quinta-feira pela ministra Marina Silva e outros representantes do alto clero do meio ambiente brasileiro. O programa prevê uma série de ações de revitalização do parque, mas ainda não se sabe de onde virá o dinheiro para recuperar trilhas e abrigos. →

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12 de abril de 2006

Sedução

O jeito foi aproveitar a festa do lançamento do programa para cercar a iniciativa privada de mimos e tentar convencer empresas como Peugeot, Coca-Cola e Natura a financiarem essas obras através de parcerias. A ver. →

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12 de abril de 2006

Desbravadores

Foram 12 dias a bordo de caiaques oceânicos para percorrer os 350 quilômetros que separam Belém, à Ilha Mexiana, no arquipélago de Marajó. Desse... →

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12 de abril de 2006

Curiosidade

No povoado de Azuis, a 20 km de Aurora do Tocantins, no sudeste do estado, nasce o Rio Azuis. Depois de pouco mais de 140 metros, o pequeno manancial deságua no Rio Sobrado. Isso torna o Azuis um dos menores rios do mundo, e só não é chamado de riacho ou ribeirão pelo volume de água pura e cristalina que faz correr por esse pequeno pedaço de Cerrado. →

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12 de abril de 2006

Pobrezinha

Entusiasmados com estudo sobre mudanças climáticas divulgado no fim de março na revista Science, pesquisadores do Inpe fizeram uma simulação sobre o futuro da Ilha de Marajó, no Pará. Se o mar subir 2 metros, 28% do território ficarão submersos. Se forem 6 metros, 36% da ilha pode serão inundados. →

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12 de abril de 2006

Ultimato

Niède Guidon, diretora do Museu do Homem Americano e responsável, desde 1991, pelo plano de manejo do Parque Nacional da Serra da Capivara, mandou um ultimato ao governo. Foi em forma de carta, endereçada à direção do Ibama e às ministras Dilma Roussef, da Casa Civil, e Marina Silva, do Meio Ambiente. Nela, depois de historiar as agruras que vem enfrentando, diz que se até 21 de abril não chegar o dinheiro prometido por Dilma para ser aplicado no Parque, sua ong vai romper a parceria de gestão da área que tem com o Ibama e largar o seu manejo, manutenção e proteção. →

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11 de abril de 2006