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A Universidade Federal de Mato Grosso, com dinheiro da Fundação Packard e o apoio do Imazon, ICV e governo do estado, criou um escritório de advocacia ambiental acoplado à Faculdade de Direito. Vai acompanhar os processos dos 60 maiores desmatamentos ocorridos no estado durante a operação Curupira, no ano passado. Pretende servir também de laboratório para estudar as razões pelas quais questões ambientais andam mal pelos corredores dos tribunais. Caminham mais lento que o habitual e geram sentenças que não levam em consideração a restauração do que foi devastado. O mais comum são condenações que envolvem compensações sociais, como por exemplo doação de cestas básicas.

Redação ((o))eco ·
12 de abril de 2006 · 20 anos atrás

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