Mapa brasileiro

Junto com esta análise, o governo vai receber o primeiro mapeamento definitivo dos ecossistemas brasileiros. Por enquanto, só dois têm isso, a Mata Atlântica e a Amazônia. Assim mesmo, são incompletos. O da Amazônia, por exemplo, registra desmatamentos, mas não floresta regenerada. Tampouco informa quanto de floresta o país já perdeu.

Por Carolina Elia
14 de outubro de 2005

Energia portátil

Para quem não dispensa os aparatos tecnológicos, a Universidade da Pensilvânia desenvolveu uma mochila com bateria portátil, que serve para...

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005

Unânimidade científica

O The Seattle Times publica uma reportagem que releva uma questão interessante no debate sobre o aquecimento global. Depois de anos, o fenômeno está deixando de ser controverso. A convergência de opiniões sobre sua existência é impressionante. Pesquisa feita sobre estudos realizados sobre o efeito-estufa entre 1993 e 2003 não encontrou um que não propagasse a certeza de que a interferência humana passou a ser uma variável fundamental do clima no mundo. As divergências ficam por conta de sua severidade, nossa capacidade de consertar o problema e o tempo em que o efeito-estufa se tornará coisa irreversível. O mesmo jornal deixou que seus leitores enviassem perguntas a renomado cientista americano sobre o efeito-estufa. As dúvidas e suas respostas, em inglês, podem ser encontradas aqui.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005

Boa para a saúde

Pesquisa feita no Canadá diz que, ao contrário do que ouvimos de nossos pais e dizemos aos nossos filhos, maconha faz muito bem ao cérebro. Principalmente se a droga consumida tiver altíssima potência. Uma variante de alto impacto da Cannabis foi injetada durante três meses em ratos e o resultado é que eles tiveram células de seus hipocampos regeneradas. O hipocampo é a região do cérebro responsável pelo aprendizado e pela memória. Pois é, a memória, coisa que todo maconheiro sempre imaginou ser a primeira grande vítima de seu hábito. O segredo para mantê-la viva à base de maconha é não só tragar a substância mais potente que houver, mas fazê-lo em doses regulares. A reportagem é do Toronto Globe & Mail.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005

Mais condenação

Está na Folha de S. Paulo. Relatório do Banco Mundial questiona, em tom delicado, a necessidade de se fazer a obra da transposição do rio São Francisco. O texto recomenda que o governo brasileiro reflita sobre sua decisão.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005

Uma no cravo…

O Ibama, que já viu de tudo em termos de agressão ambiental, anda assustado com o que está acontecendo no litoral baiano. Há tantos projetos para a construção de resorts – a maioria financiada por capital português e espanhol – esperando na fila para ganhar licença ambiental, que o órgão resolveu suspender o exame de todas elas por 90 dias. Vai usar o prazo para tentar organizar o que no mínimo parece ser uma imensa bagunça.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005

… outra na ferradura

Mas como o mundo não é perfeito, antes de decidir-se pela suspensão, o Ibama liberou a construção de um resort da Ibero Star na Praia do Forte (BA), um dos principais pontos de desova de tartarugas marinhas no Brasil. A obra estava embargada porque e empresa não tomou os cuidados acordados para evitar impactos ambientais. Ela assinou um termo de ajuste de conduta e prometeu implementar medidas para evitar problemas para as tartarugas. A ver.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005

Incêndio anunciado

As chamas cederam no Acre. Mas os riscos de uma nova queimada no ano que vem como a que aconteceu em 2005 permanecem. Os resíduos de floresta chamuscada que estão espalhados pelo solo tem alta capacidade de combustão e independem de uma nova seca para começar a queimar. Precisam de alguma estiagem e do fogo que os humanos costumam atear para limpar suas roças. Para impedir novo desastre, só hea uma solução: impor programa de queimada-zero na região no ano que vem.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005

Interpretação

Aliás, a seca desse ano no Acre foi tão devastadora que o comandante do Corpo de Bombeiros do estado confessou em reunião com ongs e cientistas, que a maior lição que ele tirou do episódio foi sobre a necessidade de reaprender a interpretar o clima na região. Nada do que ele sempre usou olhando para o céu e sentindo o vento para se adiantar as intempéries do clima deu certo em 2005.

Por Redação ((o))eco
14 de outubro de 2005

Paina

O instante em que o vento solta as sementes da paina foi fotografado no Parque Nacional do Itatiaia por Marcos Sá Corrêa com câmera digital Canon...

13 de outubro de 2005