Dança das cadeiras

A Câmara de Compensação Ambiental, gerida pelo Ibama, passou na última segunda-feira a ser presidida pela secretaria de biodiversidade e florestas do Ministério do Meio Ambiente.

Por Redação ((o))eco
10 de outubro de 2007

Praia suja

O Ministério Público Federal de Santa Catarina recomendou à prefeitura de São Francisco do Sul que fiscalize urgentemente a Praia da Enseada. Hoje a praia está cheia de lixo e com restingas fixadoras de dunas degradadas.

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10 de outubro de 2007

Tarefa inglória

A Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja) fez promessa semelhante em agosto, através da assinatura de um pacto com o governo estadual. Disse que até 2010 todas as fazendas de soja estarão com licença ambiental em dia, o que inclui, recuperação de áreas de preservação permanente e manutenção ou compensação de reserva legal. Mas de acordo com a própria Aprosoja, existem no estado inteiro apenas três propriedades que estão com suas reservas legais devidamente compensadas.

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10 de outubro de 2007

Promessa

Um deputado mato-grossense apresentou um projeto que pretende recuperar as áreas de preservação permanente alteradas num prazo máximo de três anos no estado. O trabalho exigirá parcerias entre municípios, empresas e ONGs. Segundo discursou o deputado José Domingos Fraga (DEM), os próprios proprietários reivindicaram o projeto de lei cansados das multas que recebiam dos órgãos ambientais. Será?

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10 de outubro de 2007

Discussões européias

A European Environment Agency, divulgou nesta quarta-feira algumas conclusões do primeiro relatório sobre avanços e necessidades do meio ambiente pan-europeu, produzido na sexta conferência “Environment for Europe”. O encontro acontece de hoje à sexta-feira em Belgrado, na Sérvia, e reúne representantes de 53 países europeus e da Ásia central. Por enquanto, as discussões apontaram reduções na poluição do ar e um aumento nos processos de tratamento e reutilização de água. Mas o maior debate promete ser sobre a qualidade do solo, da água potável e da própria atmosfera, por constituírem aspectos que variam drasticamente ao longo do continente.

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10 de outubro de 2007

Sossego? Nem debaixo d’água

As barreiras de corais submersas nas paradisíacas águas das Ilhas Maurício podem estar com os dias contados. Segundo um grupo de cientistas, o crescente turismo na porção de terra localizada no Oceano Índico pode ser insustentável e impactar diretamente os ecossistemas marinhos. A preocupação faz sentido: depois que o comércio de açúcar e tecidos foi liberado na região, cerca de dois milhões de visitantes começaram a aportar na ilha a cada ano. Mas não é de hoje que os recifes do local sofrem pressão. A agricultura e a pesca, junto com outras atividades humanas, já causam danos há muitos anos, mas os pesquisadores acreditam que o boom de novos hóspedes nas praias pode ser um perigo extra para os corais remanescentes. A notícia é da Reuters.

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9 de outubro de 2007

Tino para negócios

Um empresário norte-americano acredita ter a chave para combater o aquecimento global de forma efetiva e ainda ganhar uma fortuna: os arrozais em Yinchuan, um escondido vilarejo no norte da China. Dono de uma companhia de biotecnologia, ele está desenvolvendo sementes de arroz geneticamente modificadas. A principal característica do projeto é que elas vão florescer sem a injeção de fertilizantes a base de nitrogênio, responsável por elevadas emissões de gases estufa. Notícia do Wall Street Journal conta que o entusiasmado empreendedor pretende receber milhões de dólares com o mercado de crédito de carbono. Para isso, espera tirar vantagem do fato da agricultura emitir mais CO2 para a atmosfera do que todo o setor mundial de transportes.

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9 de outubro de 2007

Queremos metas

Os jornais britânicos podem ser facilmente colocados em qualquer lista dos veículos de informação ao redor do planeta que mais noticiam a crise ambiental. Mas não se pode dizer o mesmo de suas empresas. De acordo com o segundo relatório anual da Carbon Disclosure Project (CDP), uma organização independente baseada em Nova Iorque, mais de 50% das maiores companhias do Reino Unido ainda nem começaram a mexer seus pauzinhos para diminuir as próprias emissões de gases estufa. No rastro do resultado, uma coalizão de agências ecológicas e firmas escreveram uma carta aberta para a secretária de ambiente, Hilary Benn, pedindo um “protocolo comum” de redução para todas as empresas. Reportagem do The Guardian conta que apenas assim será possível perceber quem não atingiu suas metas.

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9 de outubro de 2007

Água verde… de algas

No último sábado, o biólogo Mario Moscatelli, figura onipresente na mídia, percebeu grande concentração de uma cianobactéria muito tóxica nas águas das lagoas da Barra e de Jacarepaguá. Para tentar limpar o local, o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, disse que estuda a possibilidade de importar um barco francês especializado em fazer o trabalho de supressão de algas. Reportagem do jornal O Globo, no entanto, assegura que a ação ainda não foi plenamente aceita. Mas, caso seja, os banhistas e surfistas que se preparem. A praia da Barra, junto ao Quebra-Mar, deverá ser interditada.

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9 de outubro de 2007

Investimento verde

A Cidade do México, uma das duas mais populosas cidades do planeta, vai receber um protótipo de habitação sustentável em breve. A área escolhida para o projeto, por incrível que pareça, foi a comunidade de Ampliación Michoacana, um dos locais com maior taxa de criminalidade do país vizinho aos Estados Unidos. De acordo com o site TreeHugger, o presidente Julio César Moreno vai investir dois milhões de dólares na região. Entre as medidas esperadas estão a construção de jardins em escolas, painéis para captar energia solar nos prédios e sistema de coleta seletiva do lixo.

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9 de outubro de 2007

Droga na reserva

No último final de semana, fiscais do Ibama e da Polícia Rodoviária Federal encontraram pela segunda vez este ano uma plantação de maconha dentro da Reserva Biológica do Gurupi, no Maranhão – uma das unidades de conservação mais desmatadas da Amazônia. A área do cultivo estava dividida em 15 roças numa região de difícil acesso e teve 40 mil pés da erva destruídos pela fiscalização. Outros 55 mil pés da planta já haviam sido queimados em maio deste ano dentro da reserva.

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9 de outubro de 2007

Crimes no entorno

Em vistorias por serrarias da região, os fiscais calcularam cerca de 60 mil metros cúbicos de madeira em pátios sem origem conhecida. Número pelo menos três vezes superior ao declarado pela empresa. Não é de se duvidar que toda madeira tenha saído mais uma vez do Gurupi.

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9 de outubro de 2007