Ocupação ilegal suspensa

Justiça Federal suspende decisão que reintegrava posse de mais de 65 mil hectares do Parque Nacional dos Campos Amazônicos a empresários e produtores rurais.

Por Redação ((o))eco
10 de novembro de 2009

Metano no centro das atenções

Pesquisadores descobrem que o metano e o monóxido de carbono interagem na atmosfera, causando impacto maior do que se pensava, e sugerem novos parâmetros para discussões sobre clima.

Por Redação ((o))eco
9 de novembro de 2009

Conhecer para adaptar

Pesquisadores de 30 países em desenvolvimento reunidos no Inpe criam rede para que entendam como é possível adaptar-se às mudanças climáticas. Brasil pode ter liderança científica no tema.

Por Cristiane Prizibisczki
7 de novembro de 2009

A voz dos não desenvolvidos

O Eco ouviu pesquisadores de países em desenvolvimento para entender o que está em jogo nestas nações quando o assunto é o impacto das mudanças climáticas. Realidade é ainda desconhecida

Por Cristiane Prizibisczki
7 de novembro de 2009

Vida sustentável no Cerrado

Leandro dos Santos Jacintho deixou um cargo no Ministério da Previdência e transformou sua propriedade em um experimento  inteligente com os recursos da savana. De quebra, ajuda o planeta.

Por Aldem Bourscheit
6 de novembro de 2009

A ONU espera o Brasil

O presidente Lula acha que país não deve levar números à reunião de Copenhague, mas secretário da convenção do clima diz que está “ansioso” pelo anúncio das medidas brasileiras. 

Por Gustavo Faleiros
5 de novembro de 2009

Desmate e degradação

Imazon divulga dados de desmatamento e degradação florestal para Amazônia Legal. Em setembro, desmate caiu 33% em relação ao mesmo período do ano passado.

Por Redação ((o))eco
5 de novembro de 2009

Em Barcelona, conversas sem sobressaltos

Aqui em Barcelona, onde ocorre a última rodada de negociações antes da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas em Copenhague, o dia de hoje foi bem mais morno do que o anterior. O grupo dos países africanos retirou seu bloqueio das negociações e as conversas continuaram sem maiores sobressaltos. Além dos números que serão colocados sobre a mesa na decisão das metas de redução de carbono, o que mais complica um acordo de sucesso em Copenhague é o impasse em torno da “arquitetura” para os novos compromissos pós-2012 (data em que termina o primeiro período de Kyoto). A União Européia, em coletiva de imprensa nesta quarta, voltou a defender que em Copenhague crie-se um acordo diferente de Kyoto. A posição esconde a já conhecida pressão dos países ricos para que as economias emergentes como Brasil e China também assumam metas. “Há muitas coisas que gostamos no Protocolo de Kyoto, o que podemos fazer é transferir isso para um acordo único”, disse o chefe da delegação europeia, o sueco Anders Turesson. Por acordo único, ele refere-se exatamente a um tratado que inclua países que estão de fora de Kyoto, em especial os Estados Unidos e os emergentes. O embaixador Luiz Figueiredo Machado, que chefia a delegação brasileira, voltou a reforçar que o Brasil não concorda com a revisão total do Protocolo de Kyoto. Ele relatou que existe uma discussão neste momento entre as delegações de que o acordo que sairá de Copenhague poderá ser um conjunto de decisões que serão mais tarde consolidadas em um único documento. Essas decisões, na visão do Brasil, já devem conter metas claras de redução de gases de efeito estufa. “O Brasil decidiu anunciar um conjunto de ações antes do encontro em Copenhague para reforçar nossa capacidade de cobrar nossos parceiros nas negociações do clima”, disse Figueiredo. “O Brasil não quer fazer parte de um fracasso em Copenhague”, concluiu.

Por Gustavo Faleiros
4 de novembro de 2009