O Sul da Ásia e a costa oriental da África foram impactados, em 26 de dezembro, por um fenômeno natural conhecido como Tsunami (palavra japonesa que significa onda solitária). O número de mortos decorrentes da Tsunami é incalculável, as vítimas não fatais e os danos materiais, igualmente, são incalculáveis.
Em poucas palavras, a Tsunami é o resultado de um forte abalo sísmico no fundo do mar, gerando um enorme buraco que movimenta enormes massas de água em direção ao continente. Embora raro, ela é um fenômeno que já deixou profundas marcas na humanidade. Em Lisboa, por exemplo, houve uma Tsunami que acompanhou o terremoto de 1° de novembro de 1755, cujas ondas chegaram a atingir alturas de 5 a 12 metros, causando mais vítimas do que o próprio terremoto. Nos últimos 12 anos foram registrados algumas Tsunamis importantes, conforme demonstra o quadro abaixo (1).
(2) http://pt.wikipedia.org/wiki/Terremoto_do_%C3%8Dndico_de_2004
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A nova fronteira do crime organizado está na Amazônia
Estudo revela que atividades ilegais e facções impulsionaram quase 19 mil homicídios, reposicionando a violência no interior do Brasil →
Pressão minerária cerca terras indígenas em Mato Grosso e acende alerta
Estudo aponta avanço de processos no entorno de Terras Indígenas, riscos a povos isolados e fragilidades no licenciamento →
De saída no MMA, Marina faz balanço dos últimos 3 anos e ‘passa’ o bastão para Capobianco
Ministra destaca queda do desmatamento, reconstrução institucional e aposta na continuidade da agenda ambiental sob comando do ex-secretário executivo →
