Colunas

Nada do que foi será…

A Tsunami é uma dolorosa lição para aprendermos a agir de forma preventiva, respeitando as forças da natureza e regulando a ocupação de áreas de risco.

4 de janeiro de 2005 · 21 anos atrás
  • Paulo Bessa

    Professor Adjunto de Direito Ambiental da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)

O Sul da Ásia e a costa oriental da África foram impactados, em 26 de dezembro, por um fenômeno natural conhecido como Tsunami (palavra japonesa que significa onda solitária). O número de mortos decorrentes da Tsunami é incalculável, as vítimas não fatais e os danos materiais, igualmente, são incalculáveis.

Em poucas palavras, a Tsunami é o resultado de um forte abalo sísmico no fundo do mar, gerando um enorme buraco que movimenta enormes massas de água em direção ao continente. Embora raro, ela é um fenômeno que já deixou profundas marcas na humanidade. Em Lisboa, por exemplo, houve uma Tsunami que acompanhou o terremoto de 1° de novembro de 1755, cujas ondas chegaram a atingir alturas de 5 a 12 metros, causando mais vítimas do que o próprio terremoto. Nos últimos 12 anos foram registrados algumas Tsunamis importantes, conforme demonstra o quadro abaixo (1).

(2) http://pt.wikipedia.org/wiki/Terremoto_do_%C3%8Dndico_de_2004

Leia também

Notícias
10 de março de 2026

Em meio à guerra com petróleo como protagonista, mais de 50 países avançam na descarbonização

Estudo liderado por grupo internacional de organizações mostra que 46 países já têm políticas para fim da dependência no petróleo. Outras 11 nações querem reduzir oferta

Notícias
10 de março de 2026

Fim da Moratória da Soja pode colocar 13 milhões de hectares de floresta em risco

Estudo de pesquisadores da UFMG, Trase e ICV afirma que saída de tradings do acordo pode ampliar pressão sobre áreas de vegetação nativa no bioma

Colunas
10 de março de 2026

Guerra e clima: o custo ambiental da violência

A destruição ambiental provocada pela guerra demonstra que a segurança ecológica é parte integrante da segurança humana

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.