Ao contrário dos atratores, habitats artificiais e sistemas anti-arrasto representam novas tecnologias que chegaram para ajudar na conservação e na exploração sustentável dos ecossistemas marinhos costeiros. Atualmente estão em fase de discussão as políticas públicas para o assentamento de recifes artificiais e anti-arrasto. Isso é urgente, não apenas para facilitar o trabalho daqueles que se preocupam realmente com a conservação da natureza e o uso sustentável do ambiente marinho, como também para brecar aqueles que se aproveitam do tema para lucrar com a ingenuidade dos pescadores artesanais. O mal resultado de projetos ruins do ponto de vista técnico, ambiental e social, cedo ou tarde será cobrado pela sociedade costeira. Os bons resultados certamente contribuirão para a solução dos problemas sócio-ambientais na costa brasileira.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Governo federal registra 133 compromissos sobre El Niño desde maio
Agenda Transparente, do Fiquem Sabendo, compilou os dados das agendas; Agência Nacional das Águas e Casa Civil lideram registro de reuniões →
Levantamento aponta 240 candidatos com R$ 213,5 milhões em multas ambientais
PL, MDB e Podemos têm o maior número absoluto de candidatos autuados. Maior parte dos candidatos disputam uma vaga como deputado(a) estadual →
Esforços para proteger macaco-prego-galego mobilizam município em Alagoas
Delmiro Gouveia transformou o primata em símbolo do município, celebrado neste 1º de setembro; iniciativa marca avanço da conservação da espécie na Caatinga, onde ainda é pouco estudada →

