Colunas

Artimanhas marinhas

Atrator de pesca, recife artificial e anti-arrasto não são a mesma coisa. Cada um tem uma função no fundo do mar. Uns viram casa de peixe, outros armadilhas.

1 de setembro de 2005 · 17 anos atrás
  • Frederico Brandini

    Oceanógrafo e líder Avina que participou de várias expedições do Programa Antártico Brasileiro. Trabalhou como Professor do C...

Ao contrário dos atratores, habitats artificiais e sistemas anti-arrasto representam novas tecnologias que chegaram para ajudar na conservação e na exploração sustentável dos ecossistemas marinhos costeiros. Atualmente estão em fase de discussão as políticas públicas para o assentamento de recifes artificiais e anti-arrasto. Isso é urgente, não apenas para facilitar o trabalho daqueles que se preocupam realmente com a conservação da natureza e o uso sustentável do ambiente marinho, como também para brecar aqueles que se aproveitam do tema para lucrar com a ingenuidade dos pescadores artesanais. O mal resultado de projetos ruins do ponto de vista técnico, ambiental e social, cedo ou tarde será cobrado pela sociedade costeira. Os bons resultados certamente contribuirão para a solução dos problemas sócio-ambientais na costa brasileira.

Leia também

Reportagens
17 de maio de 2022

Amazônia tem mais de 425 mil famílias sem energia elétrica

Brasil avança na universalização da energia, mas população de áreas remotas da Amazônia ainda demandam acesso à eletricidade. Pandemia atrasou cronograma

Notícias
17 de maio de 2022

Para beneficiar pecuária, Acre reduz em até 80% imposto sobre comercialização de gado

ICMS a ser pago por pecuaristas acrianos cai de 12% para 2,4% na venda para alguns estados. Medida pode resultar em mais desmatamento, diz pesquisadora

Análises
17 de maio de 2022

Oportunidades e desafios para a implementação do Código Florestal brasileiro

A lentidão na implementação do Código Florestal representa o desperdício de uma valiosa oportunidade de transformar o uso da terra no Brasil

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta