Renato Grimm, gaúcho de Ijuí, tem 42 anos e é fotógrafo profissional desde 1995. Especializou-se em fotografia de natureza, ecoturismo, aventura, ecologia e resgate cultural das tradições gaúchas.
Tem três livros publicados: “Estação ecológica do Taim”, “Banhado do Taim” e “Lagoa do Peixe – Paraíso das Aves”. Possui um acervo riquíssimo com mais de 12.000 imagens de natureza, fauna, flora, gente e cultura popular.
Em 1995, Renato fez uma oficina com o fotógrafo Araquém Alcântara, que foi determinante para encontrar o seu caminho profissional. Fez diversas expedições por parques nacionais, descobrindo que a fotografia de natureza era a sua linguagem e a melhor maneira de expressar seu passado de menino de interior. Diz que essa escolha, além de dar rumo à sua vida, trouxe-lhe equilíbrio, paz e tranqüilidade.
Sempre que ele volta de uma viagem, a expectativa é a mesma dos primeiros ensaios. Renato espera “aquela foto mágica”, o clique único, no qual abertura, velocidade, luz e composição dão uma sensação de plenitude que só quem fotografa conhece.
Ele usa câmeras F5, N90 e D70, todas Nikon, com lentes Nikkor 17-35 mm, 24mm, 35-70mm, 80-200mm, 200mm macro, e 500 mm. Seus filmes são Velvia e Provia.
Leia também
As florestas que não podem ficar de fora das metas de 2026
Para evitar o colapso de ecossistemas e a morte de milhões de pessoas devemos priorizar ações para aprimorar a governança e o florestamento de regiões marinhas-costeiras →
Desmatamento já reduziu chuvas no sul da Amazônia, aponta estudo
Pesquisa publicada na revista científica Nature indica que a perda de floresta enfraquece o ciclo da água e torna a região mais seca →
Suçuarana morre atropelada na Serra da Cantareira, em São Paulo
Incidente ocorreu na madrugada do último final de semana, em via sem monitoramento por câmera e sinalização adequada para travessia de animais; ONG convoca manifestação para domingo (18) →



