Fotografia

Rodrigo Petterson e o ativismo ambiental

O fotógrafo paulistano Rodrigo Petterson descobriu a natureza clicando protestos do Greenpeace. Assim, começou a união entre profissão e paixão pelo meio ambiente.

Ricardo Gomes ·
10 de março de 2006 · 20 anos atrás

Rodrigo Petterson iniciou sua carreira como repórter fotográfico em 1996, aos 18 anos. Começou com trabalhos para empresas, jornais e revistas de São Paulo, sua cidade natal. Foi free-lancer do Ministério da Saúde, Governo de Bretanha (França), Prefeitura da Estância Turística Embu das Artes, Editora Abril, Editora Globo e Folha de São Paulo, entre outros veículos.

Nos primeiros anos como fotógrafo profissional trabalhou no Jardim Botânico de São Paulo, mas sua vontade de lidar mais com meio ambiente era maior. Aos 20 anos realizou o sonho de se filiar como voluntário no Greenpeace. Dois anos depois, fazia seus trabalhos para os ativistas. Encantou-se com a exuberância da natureza brasileira, mas também registrou os protestos da organização, abusos e crimes ambientais. Foram incentivos para decidir embarcar num superprojeto fotográfico no sul da Bahia em 2001, quando visitou o Parque Nacional do Monte Pascoal e o paraíso ecológico de Caraíva. O trabalho está prestes a virar livro, com textos do jornalista Eduardo Marsola.

As fotos publicadas aqui mostram um pouco dessas paisagens deslumbrantes, além de outras colecionadas por Petterson em suas viagens Brasil afora. Foram feitas com as máquinas EOS 1NRS, EOS 1D e EOS 20D; e lentes 16-35mm 2.8, 24-70mm 2.8, 70-200mm 2.8 e 400mm 2.8.

Rodrigo Petterson já participou de exposições coletivas e individuais e recebeu premiações e menções honrosas. O fotógrafo atualmente colabora com agências de notícias nacionais e internacionais.

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