Fotografia

Paragominas

Paragominas, Pará, abril, 2008. Operação Arco de Fogo. A entrada da marcenaria parecia legal. No fundo, uma picada levava a uma carvoaria. Eram 400...

Redação ((o))eco ·
28 de maio de 2008 · 18 anos atrás

Paragominas, Pará, abril, 2008. Operação Arco de Fogo. A entrada da marcenaria parecia legal. No fundo, uma picada levava a uma carvoaria. Eram 400 fornos. Apenas 10 licenciados. Estando no local, a dúvida não eram os 390 ilegais, mas os 10 licenciados. Licenciados por que mesmo? A Polícia Federal dava cobertura ao Ibama, cujos terceirizados iam destruindo os fornos. Ao final, parecia que o local havia sido bombardeado. Entre a carvoaria e um fiapo de mata, um campo de soja. A cena foi fotografada por Sérgio Abranches, com câmera Nikon D 70 e lente AF-S Nikkor 24-120 mm.

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
3 de abril de 2026

Economista sugere criação de ‘pix climático’ para famílias afetadas por enchentes e deslizamentos

Proposta surgiu durante encontro promovido pela ong RioAgora.org, que reuniu especialistas para debater propostas para os candidatos ao governo do RJ

Reportagens
3 de abril de 2026

O que está em jogo com a crise da moratória da soja

STF convoca audiência de conciliação em abril, em meio ao enfraquecimento do acordo que ajudou a conter o desmatamento na Amazônia nas últimas duas décadas

Salada Verde
3 de abril de 2026

Plano de bioeconomia aposta em metas ambiciosas até 2035

MMA publica resolução da Comissão Nacional de Bioeconomia que define objetivos para crédito, restauração e uso sustentável da biodiversidade

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.