![]() |
|
Esta fotografia, tirada em 02 de outubro por um astronauta na Estação Espacial Internacional, destaca o ponto de contato da Geleira Upsala com o lado argentino do Campo de Gelo do Norte da Patagônia. Entre eles está o Lago Argentino, a maior lago de água fresca da Argentina (numa tonalidade cinza-esverdeada na imagem, em razão do fluxo da geleira, que no lago despeja terra e gelo). A geleira (também chamada glaciar) cobre um vale composto e alimentado por vários geleiras, no Parque Nacional Los Glaciares, Argentina. Dados de sensoriamento remoto, incluindo imagens de astronautas, têm registrado a posição da frente de gelo ao longo dos anos. Uma comparação entre esta imagem, de outubro/2013, com os dados mais antigos indica que a frente de gelo retrocedeu cerca de 3 km. Este retrocesso, dizem os cientistas, indica o aquecimento global nesta parte da América do Sul. Estudos têm demostrado que esta é uma tendência geral nas geleiras da Patagônia. Foto: NASA |
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Justiça determina que Rio incorpore clima no processo de licenciamento ambiental
Decisão estabelece prazo de 90 dias para que prefeitura passe a exigir de empreendimentos poluidores plano de mitigação de emissões e medidas de compensação →
Quase 600 áreas protegidas da Amazônia não registraram desmatamento no primeiro semestre
Mais de 80% das áreas protegidas do bioma não apresentaram desmatamento entre janeiro e junho deste ano, segundo o Imazon. É o melhor desempenho dos últimos 8 anos →
A Era do Fogo: o alerta que vem da França
Os incêndios franceses demonstram que capacidade técnica e econômica, embora indispensáveis, não garantem proteção quando os ecossistemas perdem resiliência →


