Na água ou no ar, os termômetros de várias partes do globo registraram temperaturas recordes neste ano de 2023. “Os verões com dias de cão não são só latidos, eles já estão nos mordendo. O colapso climático começou”, disse o Secretário-Geral da ONU, Antonio Guterres, no dia 6 de setembro, o mais quente já registrado na história.
Além dos efeitos imediatos do calor, como o impacto na saúde humana, oceanos e atmosfera mais quentes também provocaram eventos climáticos extremos em todo planeta, como chuvas torrenciais, ciclones, incêndios e secas.
((o))eco compilou os principais – até agora. Confira:













Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Desastres climáticos mais frequentes e mortíferos: o que o RS ensina para o país
Gestores públicos e população precisam desenvolver cultura de prevenção, assim como acontece na costa leste do EUA, diz especialista →
Litoral de SP: as diferentes camadas da tragédia e porque ela pode se repetir
Geologia do litoral, ocupação irregular, mudanças climáticas e, sobretudo, falta de políticas públicas são elementos que contribuíram para a dimensão do desastre →
Com seca extrema, rio Amazonas deve baixar históricos 8 metros em setembro
Média de vazão para o mês nos últimos 20 anos foi de 4,38 metros. Ribeirinhos já sofrem com insegurança alimentar e fauna local padece nas águas quentes →
