É dura a vida dos ambientalistas iraquianos. Durante o regime de Saddam Hussein eram vistos pelas autoridades com a mesma desconfiança dispensada a xiitas, curdos e à oposição de um modo geral. Hoje, são confundidos com terroristas. O grupo que tenta descobrir um meio de recuperar o rio Tigre, que corta Bagdá, é obrigado a fazer seu trabalho de medição das águas em estado de alerta total. Freqüentemente, levam tiros. Não é para menos, explica reportagem do The New York Times (gratuito, pede cadastro). Raros são os que chegam perto do rio. É tão poluído que só mesmo gente cheia de más intenções poderia querer navegar nele. A leitura é rápida. Não passa dos 3 minutos.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Últimos dias de chamada para criação de curso de capacitação de gestores de UCs
Edital da UNESCO busca propostas de consultoria para desenvolver e ministrar curso semipresencial de capacitação de gestores públicos de unidades de conservação →
Pesquisa expõe risco de extinções em cascata entre morcegos e parasitas
Estudo aponta que espécies de moscas ectoparasitas correm risco de desaparecer junto com seus hospedeiros ameaçados →
Como uma árvore da época colonial se tornou esperança para um papagaio ameaçado
Com frutos que alimentam a ave e cavidades que servem de ninho, o guanandi ocupa um papel central na manutenção das populações de papagaio-de-cara-roxa →


