É dura a vida dos ambientalistas iraquianos. Durante o regime de Saddam Hussein eram vistos pelas autoridades com a mesma desconfiança dispensada a xiitas, curdos e à oposição de um modo geral. Hoje, são confundidos com terroristas. O grupo que tenta descobrir um meio de recuperar o rio Tigre, que corta Bagdá, é obrigado a fazer seu trabalho de medição das águas em estado de alerta total. Freqüentemente, levam tiros. Não é para menos, explica reportagem do The New York Times (gratuito, pede cadastro). Raros são os que chegam perto do rio. É tão poluído que só mesmo gente cheia de más intenções poderia querer navegar nele. A leitura é rápida. Não passa dos 3 minutos.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Governo federal registra 133 compromissos sobre El Niño desde maio
Agenda Transparente, do Fiquem Sabendo, compilou os dados das agendas; Agência Nacional das Águas e Casa Civil lideram registro de reuniões →
Levantamento aponta 240 candidatos com R$ 213,5 milhões em multas ambientais
PL, MDB e Podemos têm o maior número absoluto de candidatos autuados. Maior parte dos candidatos disputam uma vaga como deputado(a) estadual →
Esforços para proteger macaco-prego-galego mobilizam município em Alagoas
Delmiro Gouveia transformou o primata em símbolo do município, celebrado neste 1º de setembro; iniciativa marca avanço da conservação da espécie na Caatinga, onde ainda é pouco estudada →
