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Pau nas farmacêuticas

Essa é surpreendente. Sete das maiores companhias farmacêuticas do mundo vão hoje a um encontro para levar tremenda bronca. Seus diretores ouvirão que precisam fazer um esforço cavalar para baixar o preço de suas drogas e, principalmente, atender as necessidades de saúde dos países pobres e em desenvolvimento. O pito não será passado por nenhuma autoridade de governo, mas por um grupo de investidores institucionais que são acionistas pesados de farmacêuticas. Diz o Guardian (gratuito) que o grupo estudou durante um ano as práticas comercias e de pesquisa das empresas. Concluiu que em relação a sua principal missão, ajudar a curar doenças, elas vêm fazendo não mais do que o suficiente para ter argumentos contra pressão de governos sobre suas práticas no Tereceiro Mundo. O medo dos acionistas é que se os diretores das empresas continuarem a empurrar o problema com a barriga, elas sofrerão sanções regulatórias em seus países de origem que vai mandar o negócio para o vinagre.

Manoel Francisco Brito ·
20 de setembro de 2004 · 21 anos atrás

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