Em notícia da Folha de S. Paulo, Paulo Barreto, do Imazon, diz que o desmatamento ilegal na Amazônia acabaria caso a eficiência na arrecadação das multas efetuadas pelo Ibama aumente em 28 vezes. Apenas 2,5% das multas são pagas hoje em dia. O peso no bolso, para ele, pode levar o criminoso a entrar no processo legal. Barreto estima que o instituto precise arrecadar, pelo menos, 70% das punições cobradas para acabar com o desmate clandestino. A questão foi levantada pelo pesquisador em uma reunião com integrantes do governo na semana passada, quando ele deixou a sugestão de que a reestruturação do setor jurídico do Ibama seria um passo importante no combate ao desmatamento. Outra estratégia levantada por Barreto, só que mais cara, seria o incremento de vinte e cinco vezes no trabalho de fiscalização.
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