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Conflito de interesses

O atual debate do clima apresenta dois lados antagônicos. O primeiro, caracterizado pelo professor da USP José Goldemberg em artigo assinado no Estadão, como um campo de batalha onde atuam as informações científicas do IPCC, das Ong's internacionais e os esforços de alguns estados em diminuir as emissões de carbono. Já o segundo é caracterizado pelas conferências internacionais que discutem as mudanças climáticas. Em ocasiões onde, supostamente, as análises da ciência deveriam servir como base de acordos, o que se vê é a vitória dos Estados Unidos, Austrália e China (principalmente), nações que não aceitam metas obrigatórias para diminuir o lançamento de gases estufa. De acordo com Goldemberg, a conferência de Bali, em dezembro, é uma excelente oportunidade para o Brasil sair do lado dos conservadores e mostrar sua preocupação com o aquecimento global. Afinal, explica, parar com o desmatamento da Amazônia já significa atingir o alvo.

Redação ((o))eco ·
15 de outubro de 2007 · 18 anos atrás

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