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Teia da vida

Há algumas décadas, a principal aventura dos botânicos era sair para a mata e assistir às suas peculiaridades com os próprios olhos. Hoje, a maior tendência entre os profissionais da área é estudar a estrutura das plantas para vislumbrar possibilidades de recuperar áreas degradas e, em conseqüência, suas formas de vida. Em artigo publicado no Estadão, o Secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Xico Graziano, diz que acaba de surgir uma nova técnica para isso. Ela se chama nucleação e consiste em criar microhabitats espalhados pela região onde se deseja restaurar a floresta nativa. A partir de seus poleiros artificiais, os pássaros são atraídos e carregam as sementes para outros espaços. Desta forma, a vida se espalha.

Redação ((o))eco ·
4 de dezembro de 2007 · 17 anos atrás

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