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Fim da linha

As lâmpadas incandescentes não estão agradando em Portugal. O governo já estipulara a cobrança de uma taxa extra aos consumidores, para compensar em medidas de eficiência energética, mas os ambientalistas querem mais. A Associação Nacional de Conservação da Natureza (Quercus) pretende sumir de uma vez por todas com o produto das prateleiras. Para isso, a entidade entregou uma carta ao Ministério da Economia e Inovação repleta de argumentos para que, até 2011, as incandescentes sejam banidas do país. De acordo com o documento, as lâmpadas fluorescentes reduzem o consumo de eletricidade em 80% e, se substituíssem as convencionais, deixariam de emitir todo ano mais de 680 mil toneladas de carbono. Segundo as contas dos ambientalistas, o estado economizaria 13 milhões de euros anualmente. A notícia é do site português Público.

Redação ((o))eco ·
28 de fevereiro de 2008 · 18 anos atrás

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