
O órgão acrescentou as novas exigências no artigo 36 do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária da entidade, publicado em 1978. A alteração das normas levou em conta as tendências internacionais de regulamentação publicitária, que visam coibir a banalização da propaganda sobre temas como sustentabilidade e reduzir a propaganda enganosa conhecida como greenwashing – literalmente lavagem verde, nome que define prática de manipulação ou omissão de alguma informação com o objetivo de favorecer a imagem da empresa ou instituição, ou em outras palavras, enaltecer que é ecologicamente correta quando na verdade não é.
As regras apresentadas ontem valem para todos os meios de comunicação, inclusive a internet.
Vídeo
Consumo consciente não é prioridade
{iarelatednews articleid=”23983″}
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Pesquisa revela bactéria de mamíferos em piolho de ave marinha
Achado inédito em ave migratória sugere novas rotas de circulação de patógenos entre oceanos e amplia lacunas sobre a ecologia de bactérias associadas a mamíferos →
Inscrições abertas para mestrado em Desenvolvimento Sustentável na UFRRJ
As inscrições para o Mestrado Profissional estão abertas e vão até o dia 24 de abril. Serão disponibilizadas 20 vagas e as aulas serão presenciais no Rio →
Qualidade da água na Mata Atlântica estagna e pontos com nível “bom” despencam
Relatório da SOS Mata Atlântica mostra piora discreta, mas persistente, nas águas do bioma. Também averiguou que nenhum rio apresentou qualidade ótima em 2025 →
