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Somado a essas notícias negativas houve a confirmação de que o Canadá posicionou-se ao lado do Japão e da Rússia e não assinará prorrogação do Protocolo de Quioto sem a ratificação dos Estados Unidos e China. O atual protocolo, que vence em 2012, obriga a redução de emissões somente das nações industrializadas.
No clima de disputas entre pobres e ricos, o embaixador da Bolívia, Pablo Solón, fez uma proposta. Desacreditando nas promessas feitas em 2009, ele propôs a adoção de um imposto voluntário sobre as transações internacionais, com o objetivo de arrecadar fundos para a luta contra o aquecimento global. Essa taxa iria transferir 0,01% de todo o dinheiro que entra nos países para um fundo internacional de apoio às nações em desenvolvimento. A verba ajudaria os países pobres na adaptação à mudança climática e na redução das suas emissões de carbono.
Embora nenhuma dessas discussões tenham sido resolvidas nesta primeira semana em Bonn, também não foram encerradas. Para os próximos dias, espera-se alguns avanços.
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