Não é segredo para ninguém que a Europa é um dos destinos turísticos mais procurados em
todo o planeta. Entre os seus inúmeros atrativos estão, por exemplo, o fascínio por Paris e sua Torre Eiffel, a história de guerra recente de Berlim ou o Coliseu em Roma. Mas fora de seus cartões-postais tradicionais, há outras paisagens menos pedidas, embora muito famosas, que merecem atenção especial. É o caso, por exemplo, dos Cliffs of Moher, penhascos imponentes situados na região de Galway, na Irlanda.
O local foi visitado pela publicitária brasileira Laura Schneider no último mês de maio, que contou a ((o))eco Aventura um pouco da sua experiência. “Nunca vi nada igual na minha vida, parece de outro planeta”, diz, ainda em choque com a imagem. E, uma vez no Reino Unido, não é difícil chegar até lá. De Dublin, capital irlandesa, existe uma série de passeios e companhias que os oferecem. A opção de Schneider foi pela Dublin Tour Company. Por 40 euros, ela entrou no ônibus às 7h30 da manhã e só voltou às 21h, após visitar inúmeras cidades e vilarejos no interior do país.
Do almoço em uma vila de pescadores até a flora rica e característica de Burren (cuja capital, Lisdoonvarna, realiza o festival do namoro, maior mercado de casamentos europeu – nada mais propício para esta época do ano, em que o Brasil celebra o Dia dos Namorados), Laura conta que os Cliffs of Moher são, sem dúvida, uma atração à parte.
“Pela manhã estava chovendo na Irlanda, mas quando chegamos aos Cliffs estava um sol inacreditável. São oito quilômetros de extensão só de penhascos, uma imensidão. Soube lá que o lugar era de um proprietário particular, mas que, de tão bonito, foi cedido. O dono achava que todos deveriam ter o direito de ver o local. Hoje, é um mercado de turismo mesmo, há lojas, restaurantes e um centro em que se descobre toda a história de lá”, diz.
Finalistas, em 2011, da competição que elegerá as novas sete maravilhas naturais do mundo, os penhascos do Cliffs of Moher atingem uma altura de 214 metros sobre o oceano Atlântico. É possível avistar canais fluviais que datam de 300 milhões de anos! Vai perder esta?
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