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Ao lado da fotógrafa Ingrid Yasuda, que conheceu em São Paulo, vai viajar por países da América do Sul para produzir um guia de permacultura. Na primeira fase, ele visita Colômbia, Venezuela e Peru, e talvez Equador e Panamá. O roteiro, segundo Rivero, segue os convites que recebe para dar cursos nestes países. É assim que ele vai bancar os custos do guia, aproveitando a viagem para conhecer também as atividades sustentáveis que encontra no caminho.
Fotografia: Vida sustentável no cerrado
Artigo: Chocolate com sustentabilidade
Ele quer divulgar novas técnicas ou conhecimentos tradicionais que permitam produzir ou viver sem causar grandes impactos no meio ambiente. “Para mim, permacultura é uma metodologia, uma forma de desenhar o espaço humano de forma sustentável”, explica Enrique. “A permacultura organiza os espaços para que as atividades que exigem maior gasto de energia, aquelas que precisam da presença constante do agricultor, fiquem mais próximas”, completa. Inclui também, de acordo com ele, o uso de tecnologias sustentáveis, com captadores de água da chuva e biodigestores.
A companheira de viagem, Ingrid Yasuda, se formou em fotografia há pouco tempo, pela Escola Pan-Americana de Artes de São Paulo. Ela planejeva viajar pelo mundo para encontrar um tema para se dedicar como fotógrafa. Aí, conheceu a Permacultura e Rivero. “Fiquei apaixonada pela bioconstrução (que utiliza matéria-prima natural) e achei um sentido para a vida”, conta.
Embora, o Brasil não seja incluído no guia, Manaus foi a primeira parada da dupla. É onde mora a família de Enrique e ele tinha dois cursos marcados no Amazonas. O primeiro, sobre conceitos de permacultura e bioconstrução, em Iranduba, cidade vizinha à capital. No segundo, vai ensinar a construir um forno á lenha, utilizando barro e entulho de construções. E depois, pé na estrada pela América do Sul.
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