Notícias

Vai faltar floresta

A conta é do governo do Pará e mostra que a pressão sobre a floresta amazônica vai dar um salto. A indústria do aço que cresce na região Leste do estado deverá consumir entre 12 e 14 milhões de metros cúbicos de toras em 2008. Atualmente, para fazer o carvão vegetal que aquece seus fornos, ela consome em torno de 8 milhões de metros cúbicos de toras. Para a indústria madeireira do estado, a previsão é que seu consumo, hoje em cerca de 11 milhões de toras anuais, alcance mais que o dobro disso. É o caso de se perguntar onde é que vai se achar tanta árvore para alimentar tanto desenvolvimento econômico.

felipe · Felipe Lobo ·
7 de março de 2006 · 21 anos atrás
  • Felipe Lobo

    Sócio da Na Boca do Lobo, especialista em comunicação, sustentabilidade e mudanças climáticas, e criador da exposição O Dia Seguinte →

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
30 de setembro de 2026

Ave rara da Mata Atlântica é fotografada pela primeira vez em Ilhabela

Apuim-de-costas-pretas foi registrado por Reinaldo Guedes durante a Bird Week; espécie ganhou o apelido de “fantasma verde” por ser silenciosa e difícil de localizar na mata →

Reportagens
30 de setembro de 2026

Como a Amazônia pode conquistar novos mercados além de China, EUA e UE?

Pecuária brasileira precisa melhorar controles sanitários e ambientais para acessar novos mercados, analisam especialistas →

Podcast
30 de setembro de 2026

A Natureza da Conversa #2 – Como produzir carne sem desmatamento

Alexandre Mansur discute como a pecuária brasileira pode se transformar em uma aliada da restauração ambiental e do combate às mudanças climáticas sem abrir mão da rentabilidade →

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.